Razão de Prevalência (RP): Interpretação em Estudos

UFSC/HU - Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (SC) — Prova 2018

Enunciado

Com o objetivo de avaliar a frequência e a associação do tabagismo em sucessivas gestações com repetição de baixo peso ao nascer, foi realizado um estudo em uma subamostra de mães da coorte de nascimentos de Pelotas, RS, Brasil, de 2004. Foram incluídas somente mulheres com história pregressa de recém-nascido com baixo peso ao nascer. Dos 4.458 nascimentos, 565 foram incluídos. A frequência de tabagismo foi de 32,4%; e, levando em conta as gestações anteriores, 67,1% nunca fumaram; 21,4% sempre fumaram; 6,5% eram ex-fumantes; e 5% fumaram somente na gestação atual. Na análise dos dados, foram calculados a razão de prevalência e o intervalo de confiança, e os resultados são os que seguem RP = 2,5; IC95%: 1,32-4,80. Os autores concluem que a persistência do tabagismo é um importante fator para a recorrência do baixo peso ao nascer em sucessivas gestações. Com base nos resultados acima descritos, é correto afirmar que as mães que fumaram em todas as gestações tiveram uma probabilidade:

Alternativas

  1. A) 95% maior de recorrência de baixo peso ao nascer em 2004, em comparação às que nunca fumaram.
  2. B) 5% maior de recorrência de baixo peso ao nascer em 2004, em comparação às que nunca fumaram.
  3. C) 2,5 vezes menor de recorrência de baixo peso ao nascer em 2004, em comparação às que nunca fumaram.
  4. D) 95% menor de recorrência de baixo peso ao nascer em 2004, em comparação às que nunca fumaram.
  5. E) 2,5 vezes maior de recorrência de baixo peso ao nascer em 2004, em comparação às que nunca fumaram.

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