Rastreio Gestacional: Marcadores Bioquímicos e Riscos

HAOC - Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP) — Prova 2024

Enunciado

Primigesta, 31 anos, portadora de lúpus eritematoso sistêmico, vem ao pré-natal trazendo exames de rotina obstétrica e a ultrassonografia morfológica de primeiro trimestre com rastreio bioquímico. Nos exames o ácido úrico apresenta resultado aumentado, a urina 1 mostra proteinúria de 500 mg/24h e o anticorpo Anti Ro apresenta resultado positivo. Já o laudo relacionado ao ultrassom mostra o seguinte resultado de análise de risco gestacional: Risco basal de Trissomia do 21 nesta idade (31 anos): 1 em 536. Risco corrigido de Trissomia do 21 nesta idade gestacional: 1 em 1.100. Risco basal de Trissomia do 18 nesta idade (31 anos): 1 em 1.244. Risco corrigido de Trissomia do 18 nesta idade gestacional: menor que 1 em 20.000. Risco basal de Trissomia do 13 nesta idade (31 anos): 1 em 3.920. Risco corrigido de Trissomia do 13 nesta idade gestacional: menor que 1 em 20.000. O risco de pré-eclâmpsia com menos de 34 semanas foi de 1 em 101. O risco de restrição de crescimento antes de 37 semanas seria de 1 em 140. Em relação ao caso clínico acima qual afirmação é verdadeira?

Alternativas

  1. A) O risco para síndrome de Down nesse caso justifica a realização de NIPT ou a discussão de biópsia de vilo corial.
  2. B) O risco para pré-eclâmpsia indica o uso de ácido acetilsalicílico 500 mg/dia até 36 semanas de gestação.
  3. C) Para essa paciente o rastreio bioquímico de primeiro trimestre fortalece a indicação de prednisona durante o pré-natal.
  4. D) Deve ser utilizado ácido acetilsalicílico (AAS) e enoxaparina para prevenção de síndrome antifosfolipede.
  5. E) PAPP-A, Beta HCG livre e PlGF são marcadores utilizados para estimativa desses riscos.

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