Sífilis na Gestação: Rastreamento e Diagnóstico Pré-Natal

FESP - Fundação Escola de Saúde Pública de Palmas (TO) — Prova 2018

Enunciado

A ocorrência de sífilis em gestantes no Brasil vem alcançando números estarrecedores. No período entre 2005 e 2013 teve alta constatada de 1047% favorecendo uma ocorrência significativa de sífilis congênita. Essa triste realidade poderia ser modificada a partir da realização de um pré-natal de qualidade. Em relação ao rastreamento da infecção no pré-natal:

Alternativas

  1. A) O teste rápido já define o diagnóstico em uma única amostra e deve ser realizado no início da gravidez, repetido no início do terceiro trimestre e na admissão para parto ou aborto. Se resultado positivo, o VDRL será solicitado para seguimento pós tratamento.
  2. B) O FTA – ABs positivo já confirma infecção recente e norteia para tratamento imediato sem qualquer investigação adicional.
  3. C) O VDRL positivo já é suficiente para o diagnóstico e norteia tratamento imediato sem qualquer investigação adicional.
  4. D) O teste rápido positivo deve ser confirmado pelo FTA-Abs.

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