Rastreamento de Câncer de Mama: Diretrizes do MS e INCA

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Débora, 49 anos, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. É tabagista (10 maços-ano), G2P2 (amamentação prolongada por 12 meses em ambas as gestações) e não possui outras comorbidades. Durante a anamnese, relata que sua única irmã teve diagnóstico de câncer de mama aos 57 anos de idade. Sua mãe está viva e saudável aos 76 anos. Débora realizou uma mamografia de rastreamento por conta própria aos 45 anos, com resultado BIRADS 1, e agora solicita ao médico um novo exame, por estar preocupada com o histórico familiar e por acreditar que o exame deve ser anual. Ao exame físico, as mamas e axilas não apresentam alterações. Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde e do INCA para o rastreamento do câncer de mama, a conduta correta é:

Alternativas

  1. A) Orientar que a paciente não possui critérios de alto risco e que o rastreamento mamográfico deve ser iniciado aos 50 anos, com periodicidade bienal.
  2. B) Solicitar a mamografia imediatamente, uma vez que o rastreamento populacional para mulheres de risco habitual deve ser iniciado aos 40 anos de idade.
  3. C) Solicitar mamografia anual a partir de agora, visto que o histórico familiar de primeiro grau a enquadra no grupo de alto risco para neoplasia mamária.
  4. D) Realizar o Exame Clínico das Mamas (ECM) anualmente e, caso este seja normal, iniciar o rastreamento mamográfico apenas aos 55 anos.

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