Rastreamento de Doenças: Guia para Mulheres Assintomáticas

Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2019

Enunciado

Gisela, 35 anos, solteira, assistente administrativo concursada, assistiu a um programa de grande audiência na TV aberta com foco principal em saúde e manutenção da saúde. Ficou bastante preocupada, pois entendeu que é melhor realizar exames para prevenir doenças do que esperar que apareçam os sintomas, uma vez que pode “ser tarde demais” e “é melhor prevenir do que remediar ”. Diante disso, veio à consulta solicitar todos os exames pra verificar se não tem alguma doença. Apresenta-se assintomática, sem queixas, sem doenças prévias, G0P0A0. Ciclo menstrual regular, sexarca: 20 anos. Sem história familiar de neoplasias na família ou morte/sequela por causa cardiovascular em parentes < 55 anos. Pai hipertenso controlado, mãe hígida sem comorbidades. Sem alterações na ectoscopia, no exame cardiovascular e no exame clínico das marnas. IMC 22 kg/m². Com relação ao rastreamento de doenças nessa paciente, a conduta médica mais adequada é:

Alternativas

  1. A) tranquilizá-la para o fato de que não há necessidade de realizar qualquer exame, uma vez que não está sentindo nada e não foi evidenciada qualquer alteração no seu exame físico.
  2. B) orientar à paciente que os exames principais (com nível de evidência A) da sua faixa etária seriam a medida de pressão arterial e a colpocitologia oncótica.
  3. C) solicitar a paciente exames de hemograma, glicemia de jejum, lipidograma, uréia e creatinina.
  4. D) Esclarecê-la de que o rastreamento de doenças deve ser realizado em pessoas sintomáticas com o propósito de identificar uma doença em estágio inicial que podem se beneficiar da intervenção precoce.

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