Câncer de Próstata: Rastreamento e Recomendações do INCA/MS

Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2019

Enunciado

Sr.João, 44 anos, vem à consulta para descartar a possibilidade de câncer de próstata. É casado, tem 2 filhos, pardo, sem doenças prévias e nega uso de medicações. Ex- tabagista(fumou por 5 anos e cessou há 10 anos), consome álcool (cerveja) em pequenas a moderadas quantidades em datas comemorativas, algumas vezes, no fim de semana. Nega sintomas urogenitais e histórico de câncer na família. Exame físico dentro dos padrões de normalidade. Sobre o rastreamento de câncer de próstata, de acordo com a recomendação da Nota Técnica no, 001/2015 do Ministério da Saúde e do informativo sobre monitoramento das ações de controle de câncer de próstata do Instituto Nacional do Câncer (INCA, Boletim ano 5, 2014) verifica-se que:

Alternativas

  1. A) o rastreamento do câncer de próstata não é recomendado rotineiramente, pois estudos recentes demonstraram que o rastreio com subsequente tratamento dos casos detectados produz modesta redução na mortalidade, além de produzir efeitos colaterais e sequelas importantes.
  2. B) o rastreamento de câncer de próstata por meio do exame de toque retal ou do antígeno prostático específico (PSA) não permite o diagnóstico de lesões em estágios mais precoces do que as diagnosticadas a partir de manifestações clínicas.
  3. C) sabe-se que várias neoplasias resultam de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Porém o câncer de próstata é um dos poucos tipos que não são influenciados por tais fatores.
  4. D) alterações de jato urinário, retenção urinária e hematúria são sinais/sintomas importantes na suspeita do câncer de próstata, porém fatores como idade avançada, etnia e hstória familiar parecem não influenciar no seu aparecimento.

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