CCG - Centro de Cirurgia Geral (MS) — Prova 2021
O câncer de próstata é a segunda causa mais comum de morte por câncer entre os homens no Brasil, cabe a equipe realizar o diagnóstico oportuno através das seguintes ações. Assinale a resposta correta.
Rastreamento Ca de próstata: >50 anos (ou >45 alto risco) → história, toque retal, PSA individualizado.
O rastreamento do câncer de próstata deve ser individualizado, considerando idade, histórico familiar e raça. Não é recomendado rastreamento universal com PSA ou ultrassonografia de rotina, mas sim uma avaliação clínica completa.
O câncer de próstata é uma neoplasia maligna comum em homens, sendo a segunda causa de morte por câncer entre eles no Brasil. O diagnóstico oportuno é crucial para o sucesso do tratamento, mas o rastreamento deve ser abordado com cautela devido aos potenciais riscos de sobrediagnóstico e sobretratamento. As diretrizes atuais enfatizam a decisão compartilhada entre médico e paciente. O rastreamento do câncer de próstata geralmente envolve a dosagem do Antígeno Prostático Específico (PSA) e o exame de toque retal. A idade de início recomendada varia, mas a maioria das sociedades médicas sugere iniciar a discussão a partir dos 50 anos para a população geral, e a partir dos 45 anos para indivíduos com maior risco, como aqueles com histórico familiar de câncer de próstata em parentes de primeiro grau ou homens negros. A ultrassonografia de próstata não é recomendada como método de rastreamento rotineiro. A interpretação dos resultados do PSA e do toque retal deve ser feita em conjunto. Valores elevados de PSA ou alterações no toque retal podem indicar a necessidade de investigação adicional, como a biópsia prostática. É fundamental que os residentes compreendam a importância de uma abordagem individualizada, evitando o rastreamento indiscriminado e focando na detecção precoce em grupos de risco.
Geralmente, o rastreamento é discutido com homens a partir dos 50 anos, ou 45 anos para aqueles com fatores de risco como histórico familiar ou raça negra, após discussão de riscos e benefícios.
Não. A solicitação do PSA deve ser parte de uma avaliação individualizada, que inclui história clínica e exame físico (toque retal), e não um exame de rotina universal.
Os principais métodos incluem a história clínica, o exame físico (toque retal) e a dosagem do PSA, que devem ser interpretados em conjunto para indicar a necessidade de biópsia.
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