Santa Casa de Maceió (AL) — Prova 2015
Paciente, 33 anos, refere antecedente na família de câncer de mama (mãe), aos 40 anos de idade. Diante de tal caso, qual é a MELHOR conduta?
Rastreamento câncer de mama em alto risco (mãe < 50a) → iniciar mamografia 10 anos antes da idade do caso mais jovem na família ou aos 40 anos.
Pacientes com história familiar de câncer de mama em parente de primeiro grau em idade jovem (mãe aos 40 anos) são consideradas de alto risco. Nesses casos, o rastreamento deve ser iniciado mais cedo, geralmente 10 anos antes da idade do diagnóstico do caso mais jovem na família, e a mamografia anual é a principal ferramenta de imagem para rastreamento.
O câncer de mama é uma das neoplasias mais comuns entre as mulheres, e a detecção precoce é fundamental para um melhor prognóstico. As diretrizes de rastreamento são estabelecidas para a população geral, mas precisam ser adaptadas para indivíduos de alto risco, como aqueles com história familiar de câncer de mama em idade jovem. Neste caso, a paciente de 33 anos tem uma mãe diagnosticada com câncer de mama aos 40 anos, o que a coloca em um grupo de alto risco. Para essas pacientes, a recomendação geral é iniciar o rastreamento mamográfico 10 anos antes da idade do diagnóstico do parente mais jovem afetado, ou a partir dos 40 anos, o que ocorrer primeiro. Portanto, a mamografia anual seria a conduta mais apropriada para esta paciente, iniciando aos 30 anos. É crucial diferenciar o rastreamento (exames periódicos em assintomáticas) de procedimentos diagnósticos (PAAF, core biopsy), que são realizados apenas quando há uma lesão suspeita. A mamografia é a principal ferramenta de rastreamento, podendo ser complementada por ultrassonografia ou ressonância magnética em casos selecionados de alto risco ou mamas densas, para aumentar a sensibilidade da detecção.
Para pacientes com história familiar de câncer de mama em parente de primeiro grau, o rastreamento mamográfico deve ser iniciado 10 anos antes da idade do diagnóstico do caso mais jovem na família, ou a partir dos 40 anos, o que ocorrer primeiro, devido ao risco aumentado.
Os principais métodos de rastreamento incluem a mamografia, que é o padrão-ouro, e em casos de alto risco ou mamas densas, pode-se complementar com ultrassonografia mamária e ressonância magnética das mamas.
Exames de rastreamento (como mamografia anual) são realizados em mulheres assintomáticas para detectar o câncer precocemente. Exames diagnósticos (como PAAF ou core biopsy) são feitos quando há uma lesão suspeita identificada por rastreamento ou exame clínico, para confirmar a natureza da lesão.
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