PSU-GO - Processo Seletivo Unificado de Goiás — Prova 2025
Nas últimas décadas tem ocorrido, em todo o mundo, significativo aumento de câncer de mama. Para prevenção desse câncer, o médico deve:
Mamografia anual > 40 anos é o único método de rastreamento que comprovadamente ↓ mortalidade por câncer de mama.
A mamografia é o único método de rastreamento do câncer de mama que demonstrou, em estudos randomizados, reduzir a mortalidade pela doença. As diretrizes variam, mas muitas sociedades médicas e o Ministério da Saúde recomendam o início do rastreamento mamográfico a partir dos 40 anos, com periodicidade anual ou bienal, dependendo do risco individual e da política de saúde.
O câncer de mama é a neoplasia maligna mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, excluindo os tumores de pele não melanoma. Sua incidência tem aumentado nas últimas décadas, tornando a prevenção e o rastreamento precoce estratégias cruciais para reduzir a morbimortalidade. A detecção em estágios iniciais está associada a melhores prognósticos e maiores taxas de cura, o que justifica a implementação de programas de rastreamento populacional. A mamografia é o principal método de rastreamento do câncer de mama e o único que, comprovadamente, demonstrou reduzir a mortalidade pela doença em ensaios clínicos randomizados. Sua capacidade de identificar lesões subclínicas, antes que se tornem palpáveis, permite intervenções terapêuticas mais eficazes. As diretrizes para o rastreamento mamográfico podem variar entre diferentes países e sociedades médicas, mas geralmente recomendam o início a partir dos 40 ou 50 anos, com periodicidade anual ou bienal, estendendo-se até os 70 ou 75 anos, dependendo do risco individual e da expectativa de vida. Para residentes e estudantes, é fundamental compreender as indicações e limitações de cada método de rastreamento. Enquanto a mamografia é o pilar do rastreamento populacional, o exame clínico das mamas é uma ferramenta complementar importante para a detecção de alterações e a educação em saúde. A ressonância magnética, por sua vez, é reservada para grupos de alto risco devido à sua alta sensibilidade, mas menor especificidade e custo elevado. A escolha da estratégia de rastreamento deve ser individualizada, considerando os fatores de risco da paciente e as diretrizes vigentes.
As recomendações podem variar, mas muitas diretrizes, incluindo as do Ministério da Saúde do Brasil para rastreamento organizado, indicam a mamografia bienal para mulheres entre 50 e 69 anos. No entanto, sociedades médicas frequentemente recomendam o rastreamento anual a partir dos 40 anos, especialmente para mulheres com fatores de risco ou que desejam iniciar mais cedo.
A mamografia é o único método de rastreamento que comprovadamente demonstrou, em grandes estudos randomizados, reduzir a mortalidade por câncer de mama. Ela é capaz de detectar lesões não palpáveis em estágios iniciais, quando as chances de cura são maiores.
O exame clínico das mamas é importante para a detecção de alterações e para a educação em saúde, mas não substitui a mamografia no rastreamento. A ressonância magnética é reservada para mulheres de alto risco (ex: mutações genéticas, história familiar forte) e não é um método de rastreamento populacional devido ao alto custo e menor especificidade.
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