Rastreamento de Câncer de Mama: Diretrizes MS/INCA

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Simone, 42 anos, hígida, G2P2 com histórico de amamentação prolongada em ambas as gestações, comparece à consulta de rotina na Unidade Básica de Saúde. Durante a anamnese, relata preocupação com o câncer de mama, pois uma prima de primeiro grau foi diagnosticada com a neoplasia aos 45 anos. Simone solicita a realização de uma mamografia de rastreamento, afirmando ter lido em redes sociais que o exame deve ser anual a partir dos 40 anos para todas as mulheres, sem exceção. Ao exame físico realizado pelo médico de família, as mamas não apresentam nódulos, retrações, abaulamentos ou descargas papilares, e as cadeias ganglionares axilares e supraclaviculares estão livres. Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (INCA) para o rastreamento do câncer de mama, a conduta mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Realizar a decisão compartilhada e recomendar o rastreamento bienal apenas a partir dos 50 anos, explicando os riscos de sobrediagnóstico e falsos-positivos na sua faixa etária atual.
  2. B) Solicitar a mamografia de forma anual, seguindo a recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia para o rastreamento oportunístico a partir dos 40 anos.
  3. C) Indicar a realização de ultrassonografia das mamas em substituição à mamografia, devido à provável alta densidade mamária da paciente, o que reduziria a eficácia do rastreio por radiação.
  4. D) Solicitar a mamografia imediatamente, visto que o histórico familiar de câncer de mama em parente jovem a enquadra no grupo de alto risco para a doença.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo