SMS Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR) — Prova 2020
O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento.Indique a afirmativa INCORRETA:
Rastreamento mamográfico MS: 50-69 anos, bienal.
A recomendação do Ministério da Saúde para o rastreamento mamográfico é para mulheres de 50 a 69 anos, a cada dois anos (bienal), diferentemente da alternativa que sugere anualmente e a partir dos 40 anos, que é a recomendação de algumas sociedades médicas.
O câncer de mama é a neoplasia mais incidente entre as mulheres, excluindo o câncer de pele não melanoma, e representa um desafio significativo de saúde pública global. A detecção precoce é fundamental para o sucesso do tratamento e a redução da mortalidade, o que ressalta a importância do rastreamento. As diretrizes de rastreamento variam entre as instituições. O Ministério da Saúde do Brasil recomenda a mamografia para mulheres de 50 a 69 anos, bienalmente. Sintomas como nódulos palpáveis, alterações cutâneas e secreção mamilar suspeita devem ser investigados. A secreção associada ao câncer é tipicamente unilateral, espontânea, persistente, transparente, serosa ou sanguinolenta. O diagnóstico é confirmado por biópsia, que pode ser por agulha (core biopsy, PAAF) ou cirúrgica. Exames de imagem como ultrassonografia e ressonância magnética complementam a avaliação. O tratamento é multimodal, envolvendo cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapias-alvo, individualizado para cada paciente.
O Ministério da Saúde recomenda a mamografia de rastreamento para mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos, a cada dois anos (bienalmente).
O sintoma mais comum é o aparecimento de um nódulo mamário, geralmente indolor, duro e irregular, embora possa ser brando e bem definido. Outros sinais incluem alterações na pele da mama, secreção mamilar e linfonodos axilares palpáveis.
O diagnóstico definitivo do câncer de mama é realizado exclusivamente por meio de biópsia, que consiste na retirada de um fragmento do nódulo ou lesão suspeita para análise histopatológica.
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