Mulher, 32 anos, comparece a consulta de rotina no ginecologista preocupada se teria risco aumentado de desenvolver câncer de mama. História familiar: mãe teve diagnóstico de câncer de mama aos 65 anos; avó paterna teve o mesmo diagnóstico, aos 61 anos. Exame físico: normal. Pode-se afirmar que a recomendação mais apropriada de acompanhamento dessa paciente é:
Alternativas
A) rastreio anual com mamografia e US a partir dos 35 anos, já que não há risco aumentado para câncer de mama
B) realizar o aconselhamento genético e pesquisa de mutações para oncogenes, já que há risco aumentado para câncer de mama hereditário
C) iniciar rastreio mamográfico e ultrassonográfico imediatamente, já que há risco aumentado para câncer de mama hereditário
D) rastreio mamográfico a partir dos 40 anos, caso mantenha-se com exame clínico normal, já que a princípio não há risco aumentado para câncer de mama
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