Claretiano - Centro Universitário de Rio Claro (SP) — Prova 2023
Quando o câncer de mama é descoberto em estágio inicial, as chances de cura são de 90%. Sobre o rastreamento do câncer de mama, assinale a alternativa correta.
Rastreamento câncer mama: mamografia anual a partir dos 40 anos (Febrasgo, SBM, CBR).
As diretrizes brasileiras atuais, endossadas por sociedades médicas de mastologia e radiologia, recomendam o início do rastreamento mamográfico anual a partir dos 40 anos para mulheres na população geral, visando a detecção precoce e aumento das chances de cura.
O rastreamento do câncer de mama é uma estratégia fundamental de saúde pública, visando a detecção precoce da doença, o que aumenta significativamente as chances de cura. No Brasil, as diretrizes da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) preconizam a mamografia anual para mulheres a partir dos 40 anos na população geral. A mamografia é o principal método de rastreamento, mas outras modalidades como a ressonância nuclear magnética (RNM) são indicadas para grupos de alto risco, como portadoras de mutações genéticas (BRCA1/2) ou com histórico familiar robusto, apesar do custo. A classificação BIRADS padroniza os achados radiológicos, sendo que lesões BIRADS 4 e 5 requerem biópsia para confirmação diagnóstica, enquanto BIRADS 3 exige acompanhamento mais próximo. É crucial que residentes e profissionais de saúde estejam atualizados com as diretrizes nacionais para oferecer o melhor cuidado às pacientes. O conhecimento sobre os fatores de risco, as indicações dos métodos de imagem e a interpretação dos resultados é essencial para a prática clínica e para a prevenção secundária do câncer de mama.
As principais sociedades médicas brasileiras (Febrasgo, SBM, CBR) recomendam o início do rastreamento mamográfico anual a partir dos 40 anos para mulheres na população geral.
A ressonância magnética é recomendada para rastreamento em pacientes de alto risco, como aquelas com mutações genéticas (BRCA1/2), história familiar forte ou irradiação torácica prévia, complementando a mamografia.
BIRADS 4 indica uma lesão suspeita para malignidade, com necessidade de biópsia para elucidação diagnóstica. Não significa necessariamente câncer, mas exige investigação.
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