Rastreamento de Câncer em Idosos: Quando Descontinuar?

HGNI - Hospital Geral de Nova Iguaçu (Hospital da Posse) (RJ) — Prova 2019

Enunciado

Mulher, 68 anos de idade, em seguimento ambulatorial há 4 anos devido a Insuficiência Cardíaca Congestiva de etiologia isquêmica, após infarto de miocárdio. Há 2 anos realizou ecocardiograma, com laudo de FE: 28%, secundária à acinesia de paredes inferiores. Hipertensa há 30 anos e diabética, insulino-dependente há 20 anos. Ex- tabagista de 80 anos-maços, cessou há 1 ano. Há 5 anos em tratamento para DPOC GOLD 3D, com duas exacerbações no último ano, com necessidade de hospitalização. Atualmente refere dispneia aos mínimos esforços, mesmo com medicações em doses ótimas. Em uso de AAS 100 mg/dia, enalapril 20mg/dia, carvedilol 2 5mg-2vezes por dia, espironolactona 25 mg/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia, formoterol + budesonida 12/400 mcg-2 vezes ao dia, tiotrópio 5 mcg/dia, salbutamol de resgate, insulina NPH e insulina regular. Apesar da dispneia, paciente nega outros sintomas novos desde a última consulta. Mamografia que realizou há 1 ano em outro serviço com laudo de BIRADS 3. Para esta paciente, qual exame de rastreamento neoplásico deve ser solicitado?

Alternativas

  1. A) Tomografia Computadorizada de tórax de baixa dosagem.
  2. B) Nenhum exame de rastreamento neoplásico.
  3. C) Pesquisa de sangue oculto nas fezes.
  4. D) Marcador tumoral CA 19.9 e CA 125.

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