HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2020
Sobre o rastreamento do câncer de cólon por meio de pesquisa de sangue oculto nas fezes, é correto afirmar que deve ser realizado anual ou bianualmente
Rastreamento CCR com sangue oculto nas fezes: homens e mulheres > 50 anos, anual/bianual, reduz mortalidade.
O rastreamento do câncer colorretal (CCR) com pesquisa de sangue oculto nas fezes (PSOF) é uma estratégia eficaz para reduzir a mortalidade, sendo recomendado para indivíduos de ambos os sexos a partir dos 50 anos, com periodicidade anual ou bianual. A evidência científica suporta essa abordagem devido à sua capacidade de detectar lesões precoces.
O câncer colorretal (CCR) é uma das neoplasias mais comuns e uma das principais causas de morte por câncer globalmente. O rastreamento populacional visa identificar lesões pré-malignas (pólipos) ou câncer em estágio inicial, quando o tratamento é mais eficaz. A pesquisa de sangue oculto nas fezes (PSOF) é um método de rastreamento não invasivo e de baixo custo, amplamente utilizado em programas de saúde pública. A fisiopatologia do CCR geralmente envolve a sequência adenoma-carcinoma, onde pólipos adenomatosos progridem lentamente para câncer. A PSOF detecta sangramento microscópico dessas lesões, que muitas vezes são assintomáticas. O diagnóstico definitivo de lesões suspeitas após um teste positivo de PSOF requer colonoscopia, que permite a visualização direta e a biópsia ou remoção das lesões. O tratamento do CCR depende do estágio da doença, podendo incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia. O rastreamento eficaz, como a PSOF, é crucial para melhorar o prognóstico, pois a detecção precoce está associada a taxas de sobrevida significativamente maiores. Residentes devem dominar as diretrizes de rastreamento para aplicar na prática clínica e em exames.
O rastreamento do câncer colorretal com pesquisa de sangue oculto nas fezes é recomendado para homens e mulheres a partir dos 50 anos de idade, na população de risco médio.
A pesquisa de sangue oculto nas fezes deve ser realizada anualmente ou bianualmente, dependendo das diretrizes locais e do tipo de teste utilizado (guaiaco ou imunoquímico).
Sim, estudos demonstraram que o rastreamento regular com pesquisa de sangue oculto nas fezes em populações de risco médio reduz significativamente a mortalidade por câncer colorretal, ao permitir a detecção precoce de lesões.
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