Rastreamento de Câncer Colorretal: Novas Diretrizes

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Um homem de 45 anos comparece à consulta de rotina para avaliação de saúde preventiva. Ele é tabagista (10 maços-ano), nega comorbidades conhecidas e não apresenta sintomas gastrointestinais, como alteração do hábito intestinal, hematoquezia ou perda ponderal. Relata que seu pai e sua mãe estão vivos e saudáveis, sem histórico de neoplasias. Durante a consulta, o paciente questiona sobre a necessidade de exames para detecção precoce de câncer colorretal. Considere os dados apresentados na tabela abaixo: | Parâmetro Clínico | Descrição do Paciente | | :--- | :--- | | Idade | 45 anos | | Histórico Familiar | Sem parentes de 1º grau com câncer colorretal | | Sintomas | Assintomático (ausência de sinais de alarme) | | Risco Populacional | Risco habitual (médio risco) | Com base nas recomendações atuais de rastreamento para o câncer colorretal em indivíduos de risco habitual, a conduta mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Iniciar o rastreamento imediatamente com colonoscopia ou teste imunoquímico fecal (FIT).
  2. B) Aguardar até os 50 anos para iniciar o rastreamento com colonoscopia a cada 10 anos.
  3. C) Solicitar a dosagem anual do antígeno carcinoembrionário (CEA) e pesquisa de sangue oculto.
  4. D) Realizar apenas o toque retal anual, postergando exames invasivos para os 60 anos.

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