HEETSHL - Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena (PB) — Prova 2020
Diante de paciente idoso 72 anos, sem história familiar de neoplasia de cólon, cuja colonoscopia de rotina identificou pólipo de 0,9 cm em cólon esquerdo, pediculado, que após ressecção com alça demonstrou pedículo livre e histopatológico compatível com adenoma tubular de baixo grau de atipias, quando deveremos repetir a colonoscopia desse paciente?
Adenoma tubular < 1 cm, baixo grau, pedículo livre → colonoscopia de seguimento em 5-10 anos.
O intervalo de seguimento da colonoscopia após a ressecção de pólipos adenomatosos depende das características histopatológicas e do número de pólipos. Para um único adenoma tubular de baixo grau, menor que 1 cm, com ressecção completa, o intervalo é de 5 anos.
O rastreamento do câncer colorretal (CCR) é uma estratégia eficaz para reduzir a mortalidade pela doença, principalmente através da detecção e remoção de pólipos adenomatosos, que são lesões precursoras. A colonoscopia é o método padrão-ouro para esse rastreamento e para o seguimento após a polipectomia. A decisão sobre o intervalo da próxima colonoscopia é crucial para otimizar a vigilância, evitando tanto a sub-vigilância quanto a sobre-vigilância. A fisiopatologia do CCR frequentemente segue a sequência adenoma-carcinoma. Pólipos adenomatosos são classificados histologicamente em tubulares, tubulovilosos e vilosos, e pelo grau de displasia (baixo ou alto). Pólipos vilosos e aqueles com displasia de alto grau ou tamanho maior que 1 cm têm maior potencial de malignidade. A ressecção completa do pólipo é fundamental para o sucesso da prevenção. As diretrizes de seguimento variam, mas geralmente consideram o risco do pólipo. Para um único adenoma tubular de baixo grau, menor que 1 cm, com ressecção completa e margens livres, o risco de CCR é baixo, e o intervalo de seguimento recomendado é de 5 a 10 anos. Pólipos de alto risco (múltiplos adenomas, adenomas ≥ 1 cm, adenomas com displasia de alto grau ou componente viloso significativo) exigem seguimento mais curto, geralmente em 3 anos. A idade do paciente e comorbidades também podem influenciar a decisão.
O intervalo de seguimento é determinado pelo número de pólipos, tamanho, histopatologia (tipo de adenoma, grau de displasia), presença de componentes vilosos, e se a ressecção foi completa.
Para um único adenoma tubular de baixo grau, menor que 1 cm, com ressecção completa e margens livres, o intervalo de seguimento recomendado para a próxima colonoscopia é de 5 a 10 anos.
Pólipos de alto risco incluem adenomas com displasia de alto grau, componente viloso significativo, tamanho ≥ 1 cm, ou múltiplos adenomas (≥ 3). Nesses casos, o seguimento pode ser em 3 anos.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo