UFMT/HUJM - Hospital Universitário Júlio Müller - Cuiabá (MT) — Prova 2019
De acordo com o caderno de atenção primária do Ministério da Saúde de 2010, recomenda-se o rastreamento de:
Rastreamento CCR em adultos 50-75 anos → Sangue Oculto nas Fezes (SOF) ou colonoscopia (Grau A).
O rastreamento de câncer colorretal com pesquisa de sangue oculto nas fezes (SOF) em adultos assintomáticos entre 50 e 75 anos é uma recomendação de Grau A, indicando forte evidência de benefício na redução da mortalidade.
O rastreamento de doenças na Atenção Primária à Saúde (APS) é uma estratégia fundamental para a prevenção secundária, visando identificar condições em estágio inicial ou pré-clínico, quando a intervenção é mais eficaz. As diretrizes do Ministério da Saúde, como o Caderno de Atenção Primária de 2010, fornecem orientações baseadas em evidências para a prática clínica, auxiliando os profissionais na tomada de decisão sobre quais exames de rastreamento devem ser oferecidos à população. Entre as recomendações, destaca-se o rastreamento de câncer de cólon e reto. Esta neoplasia é uma das mais comuns e com alta mortalidade, mas sua detecção precoce pode mudar drasticamente o prognóstico. A pesquisa de sangue oculto nas fezes (SOF) é um método de rastreamento recomendado para adultos assintomáticos na faixa etária de 50 a 75 anos, com um grau de recomendação A, indicando forte evidência de benefício na redução da mortalidade. Outras opções incluem a colonoscopia, que é o padrão-ouro para diagnóstico e remoção de pólipos. É importante que os profissionais da APS compreendam as indicações e limitações de cada método de rastreamento, bem como a faixa etária e a frequência recomendadas. A adesão às diretrizes é essencial para otimizar os recursos de saúde e garantir que a população receba os cuidados preventivos adequados, contribuindo para a redução da incidência e mortalidade por doenças como o câncer colorretal.
O rastreamento é crucial para a detecção precoce de lesões pré-malignas (pólipos) ou câncer em estágio inicial, quando o tratamento é mais eficaz e as chances de cura são maiores, reduzindo a mortalidade pela doença.
Os métodos recomendados incluem a pesquisa de sangue oculto nas fezes (imunocromatográfico ou guaiaco) anualmente ou bienalmente, e a colonoscopia a cada 10 anos, para indivíduos assintomáticos na faixa etária de risco.
O rastreamento é geralmente recomendado para adultos assintomáticos com risco médio de câncer colorretal, na faixa etária de 50 a 75 anos, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde e outras sociedades médicas.
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