UEPA - Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2024
Mulher procurou a Unidade Básica de Saúde (UBS), após ler informações nas redes sociais sobre rastreamento de Câncer de cólon. Considerando que a paciente está assintomática, tem 46 anos e não possui fator de risco familiar. A orientação mais adequada para ela quanto ao rastreamento no seu caso é:
Rastreamento CCR em pacientes de risco médio e assintomáticos inicia aos 50 anos.
Para indivíduos com risco médio e assintomáticos, o rastreamento do câncer colorretal geralmente começa aos 50 anos de idade, conforme as diretrizes atuais. A paciente de 46 anos, sem fatores de risco adicionais, ainda não se enquadra na faixa etária recomendada para iniciar o rastreamento.
O câncer colorretal (CCR) é a terceira neoplasia mais comum e a segunda causa de morte por câncer no mundo. O rastreamento visa detectar lesões pré-malignas (pólipos adenomatosos) ou câncer em estágio inicial, melhorando o prognóstico. A idade de início e a frequência do rastreamento dependem do risco individual do paciente, sendo um tema crucial na atenção primária e na saúde pública. Para pacientes assintomáticos e sem fatores de risco adicionais (considerados de risco médio), as diretrizes atuais, como as da Sociedade Brasileira de Coloproctologia e outras internacionais, recomendam o início do rastreamento aos 50 anos de idade. Métodos incluem colonoscopia (padrão-ouro, a cada 10 anos) ou pesquisa de sangue oculto nas fezes (anualmente), com a retossigmoidoscopia flexível como alternativa, dependendo do protocolo local. É fundamental que o profissional de saúde oriente o paciente sobre a importância do rastreamento na idade correta e os métodos disponíveis, desmistificando informações incorretas de redes sociais. A adesão às diretrizes baseadas em evidências é essencial para a eficácia dos programas de prevenção e detecção precoce do CCR, visando a redução da morbimortalidade associada à doença.
Para pacientes com risco médio e assintomáticos, o rastreamento do câncer colorretal é geralmente recomendado a partir dos 50 anos de idade, conforme as principais diretrizes nacionais e internacionais.
Os principais métodos incluem colonoscopia (geralmente a cada 10 anos) e pesquisa de sangue oculto nas fezes (anualmente), com a escolha dependendo das diretrizes locais e fatores individuais do paciente.
O rastreamento precoce é indicado para indivíduos com histórico familiar de câncer colorretal ou pólipos adenomatosos, doenças inflamatórias intestinais, ou síndromes genéticas como polipose adenomatosa familiar (PAF) ou síndrome de Lynch.
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