Rastreamento de Câncer Colorretal: Diretrizes e Condutas

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Um homem de 52 anos, tabagista leve (5 maços-ano), comparece à Unidade Básica de Saúde para uma consulta de rotina. Durante a anamnese, ele relata que seu pai foi diagnosticado com câncer colorretal aos 67 anos e, por esse motivo, está muito preocupado com o seu próprio risco de desenvolver a doença. O paciente nega categoricamente alterações no hábito intestinal, presença de sangue nas fezes, dor abdominal ou perda ponderal recente. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, com abdome plano, indolor e sem massas palpáveis. O toque retal não revelou anormalidades. Com base nas diretrizes brasileiras do Ministério da Saúde e do INCA para o rastreamento do câncer colorretal, a conduta mais adequada para este paciente é:

Alternativas

  1. A) Solicitar a dosagem de antígeno carcinoembrionário (CEA) e realizar toque retal semestral como estratégia de rastreio.
  2. B) Aguardar até os 60 anos para iniciar o rastreamento, uma vez que o histórico familiar é de diagnóstico em idade avançada.
  3. C) Iniciar o rastreamento imediatamente com pesquisa de sangue oculto nas fezes anual ou colonoscopia a cada 10 anos.
  4. D) Iniciar o rastreamento com colonoscopia imediata e repetir a cada 5 anos, devido ao histórico familiar de primeiro grau.

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