SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2015
De acordo com o Caderno de Atenção Primária do Ministério da Saúde do Brasil (2010) recomenda-se o rastreamento do câncer de:
MS/APS 2010 → Rastreamento câncer colorretal (cólon e reto) na Atenção Primária.
O Ministério da Saúde, em seus cadernos de Atenção Primária, enfatiza a importância do rastreamento do câncer colorretal, dada sua alta incidência e a possibilidade de detecção precoce e prevenção através da remoção de pólipos. As estratégias incluem pesquisa de sangue oculto nas fezes e, em alguns casos, colonoscopia.
O câncer colorretal representa uma das neoplasias mais comuns e com alta mortalidade, mas é também um dos mais preveníveis e curáveis quando detectado precocemente. A Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha um papel crucial na identificação de indivíduos em risco e na implementação de estratégias de rastreamento populacional, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil. As recomendações de rastreamento visam identificar lesões pré-malignas (pólipos adenomatosos) ou câncer em estágio inicial, antes do surgimento de sintomas. Os principais métodos incluem a pesquisa de sangue oculto nas fezes (PSOF), que é um teste de baixo custo e fácil aplicação, e a colonoscopia, considerada o padrão-ouro para diagnóstico e remoção de pólipos. A escolha do método e a periodicidade dependem do risco individual e dos recursos disponíveis. A educação da população sobre fatores de risco (dieta, sedentarismo, obesidade, tabagismo, alcoolismo, histórico familiar) e a importância do rastreamento são fundamentais para aumentar a adesão aos programas de prevenção. Residentes devem dominar as diretrizes de rastreamento para orientar adequadamente seus pacientes e encaminhá-los para os exames apropriados, contribuindo para a redução da incidência e mortalidade por câncer colorretal.
Os métodos incluem a pesquisa de sangue oculto nas fezes (imunohistoquímico ou guaiaco) e, dependendo do risco e disponibilidade, a colonoscopia ou sigmoidoscopia flexível.
O rastreamento permite a detecção precoce de lesões pré-malignas (pólipos) ou câncer em estágios iniciais, aumentando significativamente as chances de cura e reduzindo a mortalidade.
Para a população de risco médio, o rastreamento geralmente é recomendado a partir dos 50 anos, estendendo-se até os 75 anos, conforme as diretrizes nacionais e internacionais.
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