Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP) — Prova 2025
O Ministério da Saúde do Brasil estabelece diretrizes específicas para o rastreamento do câncer do colo do útero pelo método de Papanicolaou, visando à detecção precoce e à redução da mortalidade associada a essa doença. Qual é a afirmativa correta?
Rastreamento Papanicolaou (MS): Iniciar aos 25 anos, após 2 negativos anuais, realizar a cada 3 anos até 64 anos.
As diretrizes do Ministério da Saúde para o rastreamento do câncer do colo do útero pelo método de Papanicolaou estabelecem que o exame deve ser iniciado aos 25 anos de idade em mulheres que já tiveram atividade sexual. Após dois exames anuais consecutivos com resultados negativos, a frequência passa a ser trienal, ou seja, a cada três anos. O rastreamento é recomendado até os 64 anos de idade, podendo ser interrompido após dois exames negativos consecutivos nos últimos cinco anos.
O câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, excluindo o câncer de pele não melanoma, e a quarta causa de morte por câncer em mulheres. É uma doença prevenível e curável quando detectada precocemente. O rastreamento por meio do exame de Papanicolaou é a principal estratégia de saúde pública para reduzir a incidência e a mortalidade associadas a essa neoplasia, que está fortemente ligada à infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV). As diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil estabelecem critérios claros para o rastreamento. O exame de Papanicolaou deve ser iniciado aos 25 anos de idade em mulheres que já tiveram atividade sexual. A frequência inicial é anual. Após dois exames anuais consecutivos com resultados negativos, o intervalo entre os exames passa a ser de três anos. Essa periodicidade otimiza a detecção de lesões pré-malignas e malignas, ao mesmo tempo em que evita a sobrecarga do sistema de saúde e a realização de exames desnecessários. O rastreamento é recomendado até os 64 anos de idade. Mulheres com 65 anos ou mais que nunca realizaram o exame devem fazê-lo. Se os dois últimos exames (nos últimos cinco anos) foram negativos, o rastreamento pode ser interrompido. É importante ressaltar que a vacinação contra o HPV não substitui o rastreamento, mas complementa as estratégias de prevenção, pois a vacina não protege contra todos os tipos de HPV oncogênicos e muitas mulheres já podem ter sido expostas antes da vacinação.
O Ministério da Saúde recomenda iniciar o rastreamento do câncer de colo do útero pelo Papanicolaou a partir dos 25 anos de idade para mulheres que já iniciaram atividade sexual. Antes dessa idade, a incidência de lesões de alto grau é baixa e a maioria das lesões regride espontaneamente.
Após dois exames anuais consecutivos com resultados negativos, a frequência do rastreamento passa a ser trienal, ou seja, a cada 3 anos. Se a mulher nunca realizou o exame ou teve resultados alterados, a frequência pode ser anual até a normalização.
O rastreamento é recomendado até os 64 anos de idade. Mulheres com 65 anos ou mais que nunca realizaram o exame devem fazê-lo. Se os dois últimos exames (nos últimos cinco anos) foram negativos, o rastreamento pode ser interrompido.
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