SISE-SUS/TO - Sistema de Saúde do Tocantins — Prova 2021
Segundo a FEBRASGO e o Ministério da Saúde, a incidência estimada de câncer do colo do útero no Brasil é alta e existem grandes diferenças regionais na incidência da doença. O fator de risco mais importante para o desenvolvimento deste câncer é a presença do vírus HPV (human papillomavirus), além de outros fatores. Existem várias maneiras de rastrear o câncer de colo uterino, mas o método ouro de diagnóstico é a histologia. Considerando o exposto assinale a alternativa que melhor condiz com as recomendações atuais para prevenção, segundo o Ministério da Saúde:
Rastreamento PCCU MS: 25-64 anos, trienal após 2 exames anuais normais.
As recomendações do Ministério da Saúde para o rastreamento do câncer de colo uterino indicam o exame citopatológico (PCCU) para mulheres de 25 a 64 anos. A rotina é anual nos dois primeiros anos e, se ambos forem normais, passa a ser trienal.
O câncer de colo uterino representa um desafio significativo para a saúde pública no Brasil, com incidência e mortalidade que variam regionalmente. A infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV) é reconhecida como o principal fator etiológico. Diante desse cenário, o Ministério da Saúde e a FEBRASGO estabelecem diretrizes claras para a prevenção e o rastreamento, visando a detecção precoce de lesões precursoras e a redução da morbimortalidade. O método de diagnóstico definitivo é a histologia, mas o rastreamento é feito pelo exame citopatológico. As recomendações atuais do Ministério da Saúde para o rastreamento do câncer de colo uterino focam no exame citopatológico (PCCU) em mulheres de 25 a 64 anos. A rotina preconiza a realização de dois exames Papanicolau anuais consecutivos. Se ambos os resultados forem normais, o intervalo entre os exames pode ser ampliado para três anos. Essa estratégia visa equilibrar a eficácia do rastreamento com a otimização dos recursos, concentrando os esforços na faixa etária de maior risco para o desenvolvimento de lesões de alto grau e câncer invasivo. É fundamental que os profissionais de saúde estejam atualizados com essas diretrizes para oferecer uma assistência adequada. O conhecimento preciso sobre a idade de início, a faixa etária de rastreamento e a periodicidade do Papanicolau é essencial não apenas para a prática clínica, mas também para a aprovação em provas de residência, que frequentemente abordam esses temas. A prevenção primária, através da vacinação contra o HPV, e a secundária, pelo rastreamento, são pilares no combate a essa doença.
O Ministério da Saúde recomenda o rastreamento do câncer de colo uterino para mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos que já iniciaram a vida sexual. Essa faixa etária é considerada a de maior benefício para a detecção de lesões precursoras com potencial de progressão.
A rotina do exame Papanicolau é anual nos dois primeiros anos. Se ambos os exames forem normais e consecutivos, o intervalo entre os exames pode ser estendido para três anos. Essa periodicidade visa otimizar a detecção precoce sem sobrecarregar o sistema de saúde.
O Papilomavírus Humano (HPV) é o fator de risco mais importante porque é o agente etiológico necessário para o desenvolvimento do câncer de colo uterino. A infecção persistente por tipos oncogênicos de HPV é o evento inicial que leva às alterações celulares que podem progredir para lesões pré-cancerígenas e, eventualmente, câncer invasivo.
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