SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2019
Tercigesta, 35 anos de idade, faz ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre que mostra translucência nucal aumentada, ausência de osso nasal e alteração do ducto venoso. É correto afirmar que
Rastreio 1º trimestre alterado (TN↑, osso nasal ausente, ducto venoso alterado) em gestante >35a → Biópsia de vilo corial para cariótipo.
Múltiplos marcadores ultrassonográficos alterados no primeiro trimestre, especialmente em gestante com idade avançada, indicam alto risco para aneuploidias, sendo a biópsia de vilo corial o método diagnóstico invasivo de escolha para cariótipo nessa fase da gestação.
O rastreamento de aneuploidias no primeiro trimestre, realizado entre 11 e 14 semanas de gestação, é fundamental para identificar fetos com alto risco de anomalias cromossômicas, como a Síndrome de Down (Trissomia do 21). Ele combina a idade materna, marcadores bioquímicos séricos e marcadores ultrassonográficos, como a translucência nucal (TN), a presença do osso nasal e o fluxo do ducto venoso. Achados como TN aumentada, ausência de osso nasal e fluxo alterado no ducto venoso são fortes indicadores de risco elevado para aneuploidias. Nesses casos, especialmente em gestantes com idade materna avançada (≥ 35 anos), a confirmação diagnóstica é crucial. A biópsia de vilo corial (BVC) é o método invasivo de escolha para obter material fetal para cariótipo nessa fase da gestação. A BVC permite um diagnóstico definitivo precoce, geralmente entre 11 e 14 semanas, o que é vantajoso em comparação com a amniocentese, que é realizada mais tarde. O resultado do cariótipo fetal é essencial para o aconselhamento genético e para o planejamento da gestação, oferecendo aos pais informações importantes para suas decisões.
Os principais marcadores incluem a translucência nucal (TN) aumentada, a ausência ou hipoplasia do osso nasal e alterações no fluxo do ducto venoso.
A BVC é indicada para diagnóstico definitivo de aneuploidias, como a Síndrome de Down, quando há alto risco detectado no rastreamento do primeiro trimestre, permitindo um diagnóstico precoce.
A BVC pode ser realizada mais precocemente (entre 11 e 14 semanas), oferecendo um diagnóstico mais rápido e permitindo decisões mais cedo na gestação, enquanto a amniocentese é geralmente feita após 15 semanas.
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