HEDA - Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (PI) — Prova 2019
Na punção para realização de requianestesia, a agulha utilizada
Raquianestesia: agulha atravessa pele, subcutâneo, ligamentos supraespinhoso, interespinhoso, amarelo, dura-máter e aracnoide para espaço subaracnoide.
A raquianestesia requer a passagem da agulha por diversas camadas anatômicas até atingir o espaço subaracnoide. É fundamental conhecer a sequência correta das estruturas para realizar o procedimento com segurança e eficácia, evitando complicações.
A raquianestesia, ou anestesia subaracnoide, é uma técnica de anestesia neuroaxial amplamente utilizada, que envolve a injeção de anestésico local no espaço subaracnoide para bloquear a transmissão nervosa. É indicada para cirurgias abaixo do diafragma, como procedimentos ortopédicos de membros inferiores, cirurgias urológicas e ginecológicas. A fisiopatologia do bloqueio ocorre pela ação do anestésico local nos nervos espinhais e na medula espinhal, resultando em anestesia e relaxamento muscular. A punção é geralmente realizada entre L3-L4 ou L4-L5 para evitar lesão medular. As camadas atravessadas são: pele, tecido subcutâneo, ligamento supraespinhoso, ligamento interespinhoso, ligamento amarelo, dura-máter e aracnoide, até o espaço subaracnoide, onde o líquor é aspirado antes da injeção. A técnica correta e o conhecimento anatômico são cruciais para o sucesso e para minimizar complicações como cefaleia pós-punção dural, hematoma espinhal, infecção e lesão nervosa. A identificação do 'pop' ao atravessar o ligamento amarelo e a dura-máter é um sinal tátil importante.
Na raquianestesia, a agulha atravessa a pele, tecido subcutâneo, ligamento supraespinhoso, ligamento interespinhoso, ligamento amarelo, espaço epidural, dura-máter e aracnoide, até alcançar o espaço subaracnoide.
Na raquianestesia, o anestésico é injetado diretamente no espaço subaracnoide, misturando-se ao líquor. Na anestesia peridural, o anestésico é depositado no espaço epidural, fora da dura-máter, e age por difusão.
As complicações incluem cefaleia pós-punção dural, hipotensão, bradicardia, náuseas, vômitos, retenção urinária e, mais raramente, hematoma espinhal, infecção (meningite) ou lesão nervosa.
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