Santa Casa de São Carlos (SP) — Prova 2021
São os ramos diretos mais comuns do tronco celíaco:
Tronco celíaco → Artéria gástrica esquerda, Artéria esplênica, Artéria hepática comum.
O tronco celíaco é a primeira grande artéria visceral da aorta abdominal, crucial para a irrigação do trato gastrointestinal superior e órgãos acessórios. Seus três ramos principais são essenciais para a vascularização do estômago, baço, fígado, pâncreas e duodeno proximal.
O tronco celíaco é uma das principais artérias viscerais da aorta abdominal, emergindo logo abaixo do diafragma. Sua compreensão é fundamental para a anatomia cirúrgica e para o entendimento de patologias vasculares que afetam o trato gastrointestinal superior, como a isquemia mesentérica. É um ponto recorrente em provas de residência e um conhecimento básico para qualquer médico. Os ramos diretos do tronco celíaco são a artéria gástrica esquerda, a artéria esplênica e a artéria hepática comum. A artéria gástrica esquerda irriga a pequena curvatura do estômago e o esôfago distal. A artéria esplênica é o maior ramo, irrigando o baço, pâncreas e grande curvatura do estômago (via vasos curtos e artéria gastro-omental esquerda). A artéria hepática comum irriga o fígado, vesícula biliar, piloro, duodeno e pâncreas (via artéria hepática própria e gastroduodenal). Dominar a origem e o trajeto desses vasos é crucial para procedimentos cirúrgicos abdominais, interpretação de exames de imagem e para o diagnóstico e manejo de condições como hemorragias digestivas altas ou doenças isquêmicas. A memorização desses ramos é um pilar da anatomia abdominal para residentes.
Os três ramos principais do tronco celíaco são a artéria gástrica esquerda, a artéria esplênica e a artéria hepática comum, que se ramificam para irrigar o trato gastrointestinal superior e órgãos adjacentes.
O tronco celíaco é vital para a irrigação sanguínea de órgãos como estômago, baço, fígado e pâncreas. Sua oclusão ou estenose pode causar isquemia mesentérica grave.
A artéria hepática comum se divide em artéria hepática própria (que irriga o fígado e vesícula biliar) e artéria gastroduodenal (que irriga o piloro, duodeno e pâncreas).
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