HMASP - Hospital Militar de Área de São Paulo — Prova 2022
São ramos da ilíaca interna, exceto:
Ramos da ilíaca interna: anterior (umbilical, obturatória, uterina, vaginal, retal média, pudenda interna, glútea inferior) e posterior (ilíolombar, sacrais laterais, glútea superior).
A artéria ilíaca interna é a principal artéria da pelve, com ramos que irrigam órgãos pélvicos, períneo e glúteos. É crucial conhecer seus ramos para cirurgias pélvicas e procedimentos intervencionistas. A artéria sacral mediana é ramo direto da aorta abdominal, e a glútea média é ramo da glútea superior, que por sua vez é ramo da ilíaca interna.
A artéria ilíaca interna é a principal artéria da pelve, responsável pela irrigação da maioria das estruturas pélvicas, do períneo e da região glútea. Seu conhecimento detalhado é fundamental para a anatomia cirúrgica e para a compreensão de patologias vasculares e hemorragias pélvicas, sendo um tópico recorrente em provas de residência. A ilíaca interna se divide em um tronco anterior e um tronco posterior. Os ramos do tronco anterior incluem as artérias umbilical, obturatória, uterina (na mulher), vaginal (na mulher), retal média, pudenda interna e glútea inferior. Os ramos do tronco posterior são as artérias ilíolombar, sacrais laterais e glútea superior. A artéria sacral mediana, frequentemente confundida, é um ramo direto da aorta abdominal. Dominar a origem e o trajeto desses vasos é crucial para a prática clínica, especialmente em cirurgias ginecológicas, urológicas e colorretais, onde a identificação e ligadura de vasos podem ser necessárias para controlar sangramentos ou em procedimentos de embolização. A memorização dos principais ramos e suas relações anatômicas é um diferencial para o sucesso em exames.
A artéria ilíaca interna possui ramos anteriores (umbilical, obturatória, uterina, vaginal, retal média, pudenda interna, glútea inferior) e posteriores (ilíolombar, sacrais laterais, glútea superior).
O conhecimento detalhado dos ramos é vital para procedimentos cirúrgicos na pelve, como histerectomias, e para o manejo de hemorragias pélvicas, além de ser fundamental para a anatomia cirúrgica.
Não, a artéria sacral mediana é um ramo direto da face posterior da aorta abdominal, geralmente logo acima de sua bifurcação, e não da artéria ilíaca interna.
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