Raciocínio Clínico na APS: Lidando com Queixas Indiferenciadas

UFS/HU - Hospital Universitário de Sergipe - Aracaju (SE) — Prova 2018

Enunciado

Em relação ao raciocínio clínico e às habilidades de comunicação da profissional, é correto afirmar que um profissional da Atenção Primária em Saúde (APS):

Alternativas

  1. A) Ao lidar com uma queixa que pode apresentar-se de maneira indiferenciada como a cefaleia, deveria dar segurança e certeza ao paciente e acompanhante de que o diagnóstico e tratamento estão corretos e de que vão ter o problema resolvido.
  2. B) Ao lidar com uma queixa que pode apresentar-se de maneira indiferenciada como a cefaleia, deveria pesquisar sinais de alerta, usar o tempo como recurso diagnóstico e evitar dar um diagnóstico e uma certeza precipitada ao paciente e acompanhante. 
  3. C) Ao lidar com uma queixa que pode apresentar-se de maneira indiferenciada como a cefaleia, deveria usar a técnica da cedência total (‘tudo bem, vamos fazer o exame’). Assim, complementaria o diagnóstico com maior certeza e ainda reforçaria o vínculo.
  4. D) Ao lidar com uma queixa que pode apresentar-se de maneira indiferenciada como a cefaleia, deveria encaminhar o paciente para o especialista, no caso o neurologista, para que este pudesse realizar uma investigação mais aprofundada do caso.

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