HOC - Hospital de Olhos de Conquista (BA) — Prova 2015
Apesar do grande uso atual das ditas Quinolonas Respiratórias, ainda existe uma restrição da mesma para determinado grupo de pacientes, isso é decorrente de:
Quinolonas contraindicadas em crianças e gestantes devido a risco de lesão em cartilagem de crescimento e artropatia.
As quinolonas são contraindicadas em crianças e gestantes devido ao risco de efeitos adversos na cartilagem de crescimento e articulações, podendo levar a artropatias. Essa restrição visa proteger o desenvolvimento ósseo e articular nesses grupos vulneráveis.
As quinolonas, incluindo as chamadas "quinolonas respiratórias" (como levofloxacino e moxifloxacino), são uma classe de antibióticos de amplo espectro, eficazes contra diversas bactérias. No entanto, seu uso é restrito em populações específicas, como crianças e gestantes, devido a preocupações significativas com a segurança. Essa restrição é um ponto crucial na farmacologia clínica e na prática médica diária. A principal razão para a contraindicação em crianças e adolescentes em fase de crescimento é o risco de artropatia, especialmente danos à cartilagem de crescimento. Estudos em animais demonstraram lesões cartilaginosas, e embora a evidência em humanos seja menos robusta para danos permanentes, o princípio da precaução é adotado. Em gestantes, além do potencial de afetar a cartilagem fetal, há preocupações com outros efeitos teratogênicos, embora o risco absoluto seja baixo. Portanto, na prática clínica, a escolha de antibióticos para crianças e gestantes deve priorizar classes mais seguras. O conhecimento dessas contraindicações é essencial para evitar iatrogenias e garantir a segurança do paciente, sendo um tópico frequente em questões de residência médica que abordam farmacologia e conduta terapêutica.
As quinolonas são contraindicadas em crianças devido ao risco de artropatia e danos à cartilagem de crescimento, o que pode levar a problemas articulares permanentes em um sistema musculoesquelético em desenvolvimento.
Durante a gravidez, as quinolonas podem atravessar a placenta e causar danos à cartilagem fetal, além de outros potenciais efeitos teratogênicos, sendo geralmente evitadas.
Em casos muito específicos e graves, onde não há alternativas terapêuticas eficazes e o benefício supera o risco, o uso pode ser considerado sob estrita avaliação médica, mas é raro e requer cautela extrema.
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