Tuberculose Infantil: Conduta em Lactente Contactante com PPD Positivo

HAOC - Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP) — Prova 2021

Enunciado

Lactente do sexo feminino, 3 meses de idade, está em consulta ambulatorial de rotina. Criança nascida de termo, sem intercorrências peri-natais. Ao nascimento, foi contactante do avô materno com quadro de tuberculose pulmonar ainda em fase bacilífera. Naquele momento, foi optado por não administrar a vacina de BCG e iniciado isoniazida, que está usando até o momento. Há 3 dias, foi aplicada a tuberculina, com leitura hoje, cujo resultado foi de 7 mm. A criança está em bom estado geral, com bom ganho ponderal e desenvolvimento neuropsicomotor compatível com a idade. A mãe não traz nenhuma queixa. Baseado no Manual de Recomendações para Controle da Tuberculose no Brasil, 2019, qual é a conduta mais indicada?

Alternativas

  1. A) Manter isoniazida por mais 3 meses e não aplicar a vacina BCG.
  2. B) Aplicar a vacina BCG e interromper o uso da isoniazida.
  3. C) Solicitar radiografia de tórax para definir sobre vacinação ou tratamento.
  4. D) Manter isoniazida e aplicar nova prova tuberculínica em 6 meses.
  5. E) Associar rifampicina e pirazinamina ao tratamento com isoniazida.

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