Quimioprofilaxia da Meningite Meningocócica em Contactantes

UEPA Revalida - Universidade do Estado do Pará — Prova 2023

Enunciado

Escolar de 6 anos de vida, foi atendida na UPA. Mãe referia que a criança estava inapetente, com febre elevada (38,9°C), anorética e com muita dor de garganta, quadro que teve início há quatro dias. Apresentava ao exame físico, orofaringe hiperemiada com focos purulentos difusos. A criança recebeu antitérmico e foi prescrita com anti-inflamatório para casa. Hoje retorna ao atendimento (com 10 dias de evolução). Escolar apresenta vômito, mais de seis episódios em 12 horas, diarreia líquida, cefaleia e febre elevada. Ao exame: apresenta grave estado geral, sonolenta, desidratada, ictérica, dispneica, com perfusão capilar periférica de 3 seg; rigidez de nuca, Kerning e Brudzinski positivos. Realizado: oxigenioterapia, Fases de Expansão (4x), Ceftriaxona (100 mg/kg/dia, dose de ataque) e corticoide; a menor foi internada e isolada. Realizado coleta do LCR, sendo identificado alterações consistente, com meningite bacteriana, na bacterioscopia foi isolado diplococos gram negativos. A quimioprofilaxia dos contactantes deve ser realizada com:

Alternativas

  1. A) Rifampicina (20 mg/kg/dose, via oral, 12/12 horas), por 4 dias, em crianças < 1 mês.
  2. B) Ceftriaxona (125 mg, intramuscular), dose única, em crianças < 12 anos.
  3. C) Ciprofloxacina (500 mg, via oral), dose única, em crianças < 12 anos.
  4. D) Cefalexina (100 mg/kg/dia, via oral, 12/12 horas), por 2 dias, em todas as idades.
  5. E) Azitromicina (500 mg, via oral, 24/24 horas), por 5 dias, em adultos > 18 anos.

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