SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2016
A quimioprofilaxia para coqueluche:
Quimioprofilaxia coqueluche = indicada para contactantes de alto risco (lactentes, gestantes, imunodeprimidos) e contactantes domiciliares.
A quimioprofilaxia para coqueluche é crucial para proteger grupos vulneráveis com maior risco de doença grave ou complicações, como lactentes, gestantes e imunodeprimidos, além de todos os contactantes domiciliares, independentemente do status vacinal, para conter a disseminação.
A coqueluche, causada pela bactéria *Bordetella pertussis*, é uma doença respiratória altamente contagiosa, particularmente grave em lactentes jovens, que podem apresentar apneia, cianose e até óbito. A quimioprofilaxia pós-exposição é uma estratégia fundamental para controlar surtos e proteger indivíduos vulneráveis, especialmente aqueles que ainda não completaram o esquema vacinal ou que possuem maior risco de complicações. As indicações para quimioprofilaxia são amplas e visam proteger os grupos mais suscetíveis. Incluem todos os contactantes domiciliares do caso índice, independentemente do status vacinal, e contactantes próximos de alto risco, como lactentes menores de 1 ano, gestantes (especialmente no terceiro trimestre), imunodeprimidos e indivíduos com doenças respiratórias crônicas. A profilaxia deve ser iniciada o mais rápido possível, idealmente nos primeiros 21 dias após a exposição. Os antibióticos de escolha para a quimioprofilaxia são os macrolídeos, como azitromicina, claritromicina ou eritromicina. A azitromicina é frequentemente preferida devido à sua posologia mais conveniente e menor incidência de efeitos adversos gastrointestinais. É importante ressaltar que a vacinação, embora eficaz, não confere imunidade estéril e não elimina completamente o risco de infecção ou transmissão, justificando a profilaxia em contactantes de alto risco.
A quimioprofilaxia é indicada para todos os contactantes domiciliares do caso índice e para contactantes próximos de alto risco, como lactentes menores de 1 ano, gestantes (especialmente no 3º trimestre) e imunodeprimidos, independentemente do status vacinal.
Mesmo vacinados, contactantes de alto risco e domiciliares devem receber a quimioprofilaxia, pois a vacina não confere imunidade estéril e não impede completamente a infecção ou transmissão, especialmente para proteger os mais vulneráveis.
Os antibióticos de escolha para a quimioprofilaxia da coqueluche são os macrolídeos, como azitromicina, claritromicina ou eritromicina. A azitromicina é frequentemente preferida pela posologia e menor incidência de efeitos adversos.
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