UFRGS/HCPA - Hospital de Clínicas de Porto Alegre (RS) — Prova 2023
Assinale a assertiva correta sobre quedas em idosos.
Principal fator de risco para novas quedas em idosos = história de queda no último ano.
A história de quedas prévias, especialmente no último ano, é o preditor mais forte de futuras quedas em idosos. Isso se deve à persistência dos fatores de risco subjacentes e ao desenvolvimento da síndrome pós-queda, que aumenta o medo de cair e a restrição de atividades.
As quedas em idosos representam um grave problema de saúde pública, sendo a principal causa de lesões fatais e não fatais nessa população. Elas resultam em fraturas, traumatismos cranianos, hospitalizações, perda de independência e aumento da mortalidade. A identificação e manejo dos fatores de risco são fundamentais para a prevenção. Os fatores de risco para quedas são complexos e interagem entre si, abrangendo aspectos intrínsecos (relacionados ao indivíduo) e extrínsecos (relacionados ao ambiente). Fatores intrínsecos incluem idade avançada, sexo feminino (maior risco de fraturas), distúrbios de marcha e equilíbrio, fraqueza muscular, polifarmácia, deficiências sensoriais, doenças crônicas (Parkinson, AVC, demência) e condições psicossociais como depressão e medo de cair. A prevenção de quedas deve ser multifacetada, envolvendo avaliação geriátrica ampla, revisão de medicamentos, programas de exercícios para força e equilíbrio, adaptações ambientais e educação do paciente e cuidadores. A história de quedas prévias é o preditor mais forte de futuras quedas, e sua presença deve desencadear uma investigação aprofundada e um plano de prevenção individualizado.
Os fatores de risco para quedas em idosos são multifatoriais, incluindo idade avançada, história de quedas prévias, fraqueza muscular, distúrbios de marcha e equilíbrio, uso de múltiplos medicamentos, deficiências visuais e cognitivas, e condições crônicas como osteoartrite e hipotensão ortostática.
A história de queda no último ano é o fator de risco mais significativo porque indica a presença de fatores de risco persistentes e não resolvidos, além de poder levar à síndrome pós-queda, que envolve medo de cair, redução da atividade física e consequente piora da condição física.
A depressão é um fator de risco para quedas em idosos, pois pode levar à inatividade física, uso de medicamentos psicotrópicos que afetam o equilíbrio, e redução da atenção e do tempo de reação, aumentando a vulnerabilidade a acidentes.
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