HAS - Hospital Adventista Silvestre (RJ) — Prova 2025
Mulher, 70 anos, com hipertensão arterial sistêmica (HAS) e dislipidemia, é admitida no Setor de Emergência com história de ter sido encontrada em casa, desorientada, sonolenta e "suja de urina". História Patológica Pregressa: um episódio de ataque isquêmico transitório. Em uso regular de: ácido acetilsalicílico 100mg; clopidogrel 75mg; atenolol 100mg e atorvastatina 20mg. Exame físico: FC = 97bpm; frequência respiratória (FR) = 24irpm; PAS = 160x95mmHg, Tax = 38,50C; Sp02 = 95% em ar ambiente; sonolenta; responde quando chamada, mas é pouco cooperativa; hipocorada (2+14); ictérica (1+/4+); hipohidratada (2+/4+); movimenta os 4 membros sem perda de força; avaliação dos reflexos profundos normais. Exames laboratoriais: hemoglobina (Hb) 9,0g/dL; hematócrito (Ht) 29%; leucócitos = 14.000/mm³ (predomínio de segmentados); plaquetas= 35.000/mm3; sódio = 145meq/L; potássio = 3,8meq/L; bicarbonato = 20meq/L; glicose = 100mg/dL; ureia = 70mg/dL; creatinina 3,2mg/dL; bilirrubina total - 2,4mg/dL; lactato desidrogenase (LDH) 4601J/L; fibrinogênio = 250mg/dL; tempo de tromboplastina parcial ativado (PTTa) = 33s/32s; tempo de atividade da protrombina (TAP) 14s/15s. Hematoscopia: anisopoiquilocitose; muitos esquizócitos; trombocitopenia. Pode-se afirmar que a hipótese diagnóstica mais provável e a melhor conduta inicial, respectivamente, são:
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