Santa Casa de Marília (SP) — Prova 2021
São complicações da punção intraóssea tibial proximal, exceto:
Punção intraóssea: Complicações comuns = infecção, infiltração, necrose. Pneumotórax NÃO é complicação.
A punção intraóssea é um acesso vascular de emergência rápido e eficaz, especialmente em pediatria. Embora segura, possui complicações como infecção, infiltração e necrose de pele. Pneumotórax, no entanto, não é uma complicação esperada da punção tibial proximal, sendo mais associado a procedimentos torácicos.
A punção intraóssea (IO) é um procedimento de emergência vital para o acesso vascular rápido em situações onde o acesso venoso periférico é inviável, especialmente em pacientes pediátricos e em cenários de trauma ou parada cardiorrespiratória. O local mais comum para a punção IO em crianças é a tíbia proximal, devido à sua acessibilidade e à presença de medula óssea ativa. É um procedimento relativamente seguro e eficaz, permitindo a administração de fluidos, medicamentos e hemoderivados. Contudo, como qualquer procedimento invasivo, a punção intraóssea não é isenta de riscos. As complicações mais frequentemente relatadas incluem infecção local (osteomielite), que pode ser minimizada com técnica asséptica rigorosa; infiltração subcutânea ou subperiostal de fluidos, que pode levar a edema e dor; e necrose da pele por extravasamento de substâncias vesicantes ou por pressão prolongada do dispositivo. Fraturas ósseas são raras, mas podem ocorrer, especialmente em ossos osteoporóticos ou com técnica inadequada. É crucial que os profissionais de saúde estejam cientes das complicações reais da punção intraóssea para um manejo seguro e eficaz. O pneumotórax, por exemplo, é uma complicação grave, mas está associado a procedimentos torácicos (como a inserção de cateter venoso central subclávio ou jugular) e não à punção intraóssea tibial proximal, devido à diferença anatômica dos locais de inserção. O conhecimento preciso das complicações esperadas e inesperadas é fundamental para a segurança do paciente e para a preparação para provas de residência.
As principais complicações da punção intraóssea tibial proximal incluem infecção (osteomielite), infiltração subcutânea ou subperiostal de fluidos e medicamentos, necrose da pele por pressão ou extravasamento, e fratura óssea. Em geral, é um procedimento seguro quando realizado corretamente.
O pneumotórax é o acúmulo de ar no espaço pleural, uma complicação associada a procedimentos que envolvem a cavidade torácica, como a inserção de cateteres venosos centrais na subclávia ou jugular. A punção intraóssea tibial proximal é realizada em um osso da perna, longe do tórax, tornando o pneumotórax uma complicação anatomicamente impossível para este local.
A punção intraóssea é indicada como acesso vascular de emergência quando não é possível obter um acesso venoso periférico em situações de urgência, como choque, parada cardiorrespiratória, queimaduras extensas ou trauma grave, especialmente em pacientes pediátricos.
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