HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2024
A definição clássica de puberdade anormal, seja precoce ou tardia, baseia-se no início dos sinais clínicos em uma idade que varia de 2,5 a 3 desvios padrões da média da população. Assinale a alternativa que apresenta uma das características definidas pela Academia Americana de Pediatria e pelo Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas para a caracterização de meninas em puberdade tardia.
Puberdade tardia feminina: ausência de telarca aos 13 anos OU menarca aos 15 anos OU >3 anos entre telarca e menarca.
A puberdade tardia em meninas é definida pela ausência de qualquer sinal de desenvolvimento puberal (telarca) aos 13 anos, ou ausência de menarca aos 15 anos, ou um intervalo superior a 3 anos entre o início da telarca e a menarca. A avaliação deve ser iniciada nessas idades para investigar causas subjacentes.
A puberdade tardia é uma condição clínica que exige atenção, pois pode indicar uma variedade de distúrbios subjacentes, desde variações fisiológicas normais até condições genéticas ou adquiridas graves. A definição clássica, baseada em desvios padrões da média populacional, é crucial para identificar pacientes que necessitam de investigação. As diretrizes da Academia Americana de Pediatria (AAP) e do Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG) são referências importantes para a prática clínica. Em meninas, a puberdade tardia é caracterizada pela ausência de telarca (desenvolvimento mamário) aos 13 anos de idade, ausência de menarca (primeira menstruação) aos 15 anos, ou um intervalo superior a 3 anos entre o início da telarca e a menarca. A telarca é geralmente o primeiro sinal de puberdade, seguida pela pubarca (desenvolvimento de pelos pubianos) e, finalmente, pela menarca. A sequência e o tempo desses eventos são importantes para o diagnóstico diferencial. A investigação da puberdade tardia envolve uma anamnese detalhada, exame físico completo e exames laboratoriais para avaliar os níveis hormonais (LH, FSH, estradiol, TSH, prolactina) e, se necessário, cariótipo e exames de imagem (idade óssea, ultrassonografia pélvica, ressonância magnética de sela túrcica). O tratamento dependerá da causa subjacente, podendo variar desde a observação em casos de atraso constitucional até a terapia de reposição hormonal ou tratamento de condições específicas.
A puberdade tardia em meninas é definida pela ausência de telarca aos 13 anos, ausência de menarca aos 15 anos, ou intervalo superior a 3 anos entre telarca e menarca.
A telarca (desenvolvimento das mamas) é o primeiro sinal clínico da puberdade feminina. Sua ausência aos 13 anos é um critério chave para iniciar a investigação de puberdade tardia.
As causas podem ser constitucionais (atraso constitucional do crescimento e puberdade), hipogonadismo hipogonadotrófico (central) ou hipogonadismo hipergonadotrófico (primário, como Síndrome de Turner).
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