HMASP - Hospital Militar de Área de São Paulo — Prova 2022
A primeira manifestação clínica da puberdade no sexo masculino é:
Puberdade masculina → 1º sinal = aumento volume testicular (>4ml ou >2,5cm eixo longo).
O aumento do volume testicular é o primeiro sinal clínico da puberdade masculina, refletindo o início da ativação do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal e a produção de andrógenos. É avaliado pelo orquidômetro de Prader.
A puberdade masculina é um processo biológico complexo que marca a transição da infância para a idade adulta, caracterizado pelo desenvolvimento de características sexuais secundárias e pela aquisição da capacidade reprodutiva. O conhecimento dos seus estágios é fundamental para o diagnóstico de puberdade precoce ou atrasada, condições que exigem intervenção médica. O início da puberdade masculina é classicamente definido pelo aumento do volume testicular, que reflete a ativação do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal e o aumento da produção de testosterona. Este evento precede o surgimento de pelos pubianos, o crescimento peniano e outras alterações como a mudança da voz e o crescimento de pelos faciais. A avaliação do volume testicular é realizada com o orquidômetro de Prader, sendo um volume igual ou superior a 4 mL considerado o início da puberdade (Tanner G2). A compreensão da sequência e do tempo das mudanças puberais é crucial para a prática clínica, permitindo identificar desvios do padrão normal e encaminhar para investigação e tratamento adequados. A puberdade precoce, por exemplo, pode ter causas centrais ou periféricas, enquanto a puberdade atrasada pode indicar hipogonadismo ou outras condições sistêmicas.
O primeiro sinal da puberdade masculina é o aumento do volume testicular, que ocorre antes do crescimento peniano e do surgimento de pelos pubianos.
O volume testicular é avaliado clinicamente utilizando o orquidômetro de Prader, considerando-se o início da puberdade quando o volume atinge 4 mL ou o eixo longo mede 2,5 cm.
Os estágios de Tanner descrevem a progressão da puberdade, avaliando o desenvolvimento genital (G1 a G5) e a pilificação pubiana (P1 a P5), sendo G2 o início com o aumento testicular.
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