PTAI na Gestação: Manejo do Parto com Trombocitopenia Grave

SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2024

Enunciado

Leia o caso clínico a seguir.Gestante primigesta, idade de 32 anos, com antecedentes de Púrpura Trombocitopenica Auto-imune (PTAI) pré-gestacional controlada no início da gestação, com plaquetas= 150.000/mm³. Contudo, a partir da segunda metade da gestação há agudização progressiva do quadro e, apesar de vários pulsos de corticoides e transfusões do plaquetas, por volta da 33ª semana de gestação, diante de falência dos tratamentos, o hematologista solicita a interrupção da gestação por risco materno de hemorragias. Neste momento, as plaquetas se encontram em 18.000/mm³, a gestante sem sinais de trabalho de parto, mas com o colo 60% apagado, posterior, com 2 cm de dilatação e feto em posição cefálica, em plano + 1 de De Lee. A ultrassonografia mostra feto com peso de 1800 g, dopplerfluxometria obstétrica sem alterações e perfil biofísico fetal tranquilizador.Diante desde quadro, a conduta correta é

Alternativas

  1. A) realizar a cesariana e após a extração do feto infundir concentrado de plaquetas e instituir as medidas profiláticas para a hemorragia pós-parto.
  2. B) infundir concentrado de plaquetas, realizar a cesariana e, após a extração do feto, instituir as medidas profiláticas para a hemorragia pós-parto.
  3. C) realizar concentrado de plaquetas, realizar a indução do parto transpélvico com ocitocina, realizar a analgesia peridural de parto quando em fase ativa de trabalho de parto e instituir medidas profiláticas para a hemorragia pós-parto.
  4. D) infundir concentrado de plaquetas, realizar a indução do parto transpélvico com misoprostol, realizar a episiotomia e instituir as medidas para conter hemorragia pós-parto.

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