HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2026
As mulheres, de maneira geral, têm risco aumentado e sofrimento psicossocial após o diagnóstico de câncer. Isso se deve, em parte, não apenas à doença e à terapia agressiva associada, mas também à etapa de vida no momento do diagnóstico e pelas especificidades do gênero feminino. Nesse momento, a postura de cuidado recomendada para o médico ou ginecologista, ao lidar com pacientes diagnosticados com câncer ginecológico, é a de:
Diagnóstico de câncer → Suporte emocional + Abordagem multidisciplinar (Psico-oncologia).
O diagnóstico de câncer ginecológico impacta a identidade feminina e a sexualidade, exigindo uma postura empática e encaminhamento especializado para suporte psicológico.
O cuidado integral em oncologia transcende o tratamento cirúrgico e quimioterápico. A abordagem biopsicossocial reconhece que o câncer afeta todas as dimensões da vida da mulher. A integração da psico-oncologia no plano terapêutico é fundamental para reduzir a ansiedade e a depressão, promovendo uma melhor adaptação às mudanças corporais e funcionais decorrentes da doença e do tratamento.
O médico deve oferecer escuta ativa, validar os sentimentos da paciente e identificar sinais de sofrimento psíquico grave que necessitem de intervenção especializada, mantendo uma comunicação aberta e honesta.
Afeta órgãos ligados à feminilidade, maternidade e sexualidade, podendo gerar crises de identidade, baixa autoestima e dificuldades nos relacionamentos interpessoais devido às mutilações cirúrgicas ou efeitos da quimioterapia.
O encaminhamento deve ser precoce, idealmente no momento do diagnóstico, para auxiliar no enfrentamento da doença, adesão ao tratamento e manejo do estresse emocional agudo e crônico.
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