Pré-natal Mãe Curitibana 2024: Classificação de Risco

HPP - Hospital Infantil Pequeno Príncipe (PR) — Prova 2025

Enunciado

Assinale a alternativa correta de acordo com o protocolo de pré-natal Mãe Curitibana 2024:

Alternativas

  1. A) Pacientes com Dengue devem ser classificadas como de médio risco e não necessitam ser encaminhadas para a Telerregulação: avaliação de obstetrícia de risco.
  2. B) Pacientes com diabetes gestacional são classificadas como de médio risco e permanecem com o pré-natal na UBS.
  3. C) O histórico de prematuridade em gestação anterior classifica a gestante como de alto risco, já que o principal fator de risco para prematuridade é a história pregressa de prematuridade.
  4. D) Adolescente com menos de 15 anos devem ser classificadas como de baixo risco, mas encaminhadas para telerregulação : obstetrícia de risco.

Pérola Clínica

Protocolo Mãe Curitibana 2024: Dengue na gestação = médio risco, sem telerregulação para obstetrícia de risco.

Resumo-Chave

O protocolo Mãe Curitibana 2024 estabelece critérios específicos para classificação de risco gestacional e encaminhamento. A Dengue, embora seja uma condição de atenção, é classificada como médio risco e não exige encaminhamento imediato para telerregulação de alto risco obstétrico, diferentemente de outras condições mais graves.

Contexto Educacional

O pré-natal é um pilar fundamental da saúde materno-infantil, visando garantir o bem-estar da gestante e do feto. Protocolos locais, como o "Mãe Curitibana", são desenvolvidos para padronizar a assistência, classificar o risco gestacional e otimizar o fluxo de atendimento, desde a Unidade Básica de Saúde (UBS) até os serviços de alta complexidade. A correta aplicação desses protocolos é essencial para a prática do médico residente. A classificação de risco gestacional é um componente crítico desses protocolos, pois direciona a frequência das consultas, os exames complementares e a necessidade de encaminhamento para serviços especializados. Condições como diabetes gestacional, histórico de prematuridade e idade materna são fatores importantes a serem considerados. No entanto, é vital que o profissional conheça as especificidades de cada protocolo, pois a classificação de uma condição pode variar, impactando diretamente a conduta. A telerregulação surge como uma ferramenta importante para a gestão de casos de risco, permitindo que especialistas avaliem a necessidade de encaminhamento sem a presença física da paciente, otimizando recursos e tempo. Para o residente, dominar esses protocolos não apenas assegura a conformidade com as diretrizes locais, mas também aprimora a capacidade de tomar decisões clínicas informadas e seguras no cuidado pré-natal.

Perguntas Frequentes

Quais são os critérios para classificar uma gestante como de alto risco no pré-natal?

Os critérios variam por protocolo, mas geralmente incluem histórico de prematuridade, doenças crônicas (hipertensão, diabetes pré-gestacional), idade materna extrema (<15 ou >35 anos), e complicações na gestação atual.

Qual a importância da telerregulação em obstetrícia de risco?

A telerregulação permite a avaliação remota de casos complexos por especialistas, otimizando o encaminhamento e garantindo que gestantes de alto risco recebam o acompanhamento adequado em serviços especializados.

Como o protocolo Mãe Curitibana aborda o diabetes gestacional?

O protocolo Mãe Curitibana classifica o diabetes gestacional como uma condição que exige manejo específico, podendo ou não levar ao encaminhamento para alto risco, dependendo do controle e complicações associadas.

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