Protocolo de Cirurgia Segura: Aplicação Universal e ANVISA

UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2023

Enunciado

O Protocolo de Cirurgia Segura é uma orientação da OMS (Organização Mundial de Saúde), validada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). De acordo com a orientação da ANVISA, a aplicação desse protocolo deverá ser realizada:

Alternativas

  1. A) em todos os casos independente do porte da cirurgia.
  2. B) somente em cirurgias eletivas.
  3. C) somente em cirurgias de urgência/emergência.
  4. D) somente em cirurgias que exijam marcação da lateralidade.
  5. E) somente se for opção da Equipe Multiprofissional.

Pérola Clínica

Protocolo Cirurgia Segura (OMS/ANVISA) = OBRIGATÓRIO em TODAS as cirurgias, independente do porte.

Resumo-Chave

O Protocolo de Cirurgia Segura da OMS, validado pela ANVISA, é uma ferramenta essencial para a segurança do paciente. Sua aplicação é universal, abrangendo todos os procedimentos cirúrgicos, sejam eles eletivos, de urgência/emergência, de grande ou pequeno porte, visando reduzir eventos adversos e melhorar os resultados.

Contexto Educacional

O Protocolo de Cirurgia Segura, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e validado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), é uma iniciativa global fundamental para a segurança do paciente. Seu principal objetivo é reduzir a incidência de eventos adversos cirúrgicos, que podem causar morbidade e mortalidade significativas. A implementação deste protocolo visa padronizar as práticas de segurança em centros cirúrgicos ao redor do mundo. A orientação da ANVISA é clara: a aplicação do Protocolo de Cirurgia Segura, que inclui a Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica, deve ser realizada em todos os casos, independentemente do porte ou tipo da cirurgia. Isso significa que procedimentos eletivos, de urgência/emergência, de grande ou pequeno porte, e aqueles que envolvem ou não a marcação de lateralidade, devem seguir rigorosamente o protocolo. A universalidade da aplicação é crucial porque eventos adversos podem ocorrer em qualquer procedimento, e a padronização das verificações de segurança é a melhor forma de mitigá-los. O protocolo é dividido em três fases principais: "Sign in" (antes da indução anestésica), "Time out" (antes da incisão cirúrgica) e "Sign out" (antes do paciente sair da sala de cirurgia). Cada fase possui uma lista de verificações específicas que devem ser confirmadas pela equipe cirúrgica, garantindo a identificação correta do paciente, do sítio cirúrgico, a disponibilidade de equipamentos e materiais, a profilaxia antibiótica, a prevenção de eventos críticos e a contagem de instrumentais e compressas. A adesão a este protocolo é um pilar da qualidade e segurança na assistência cirúrgica.

Perguntas Frequentes

Qual o objetivo principal do Protocolo de Cirurgia Segura da OMS?

O objetivo principal é reduzir a ocorrência de eventos adversos cirúrgicos, como cirurgia no local errado, paciente errado, ou complicações anestésicas, através da padronização de verificações de segurança em momentos críticos do procedimento.

Por que o Protocolo de Cirurgia Segura deve ser aplicado em todos os tipos de cirurgia?

A aplicação universal garante que todos os pacientes, independentemente do tipo ou porte da cirurgia, se beneficiem das medidas de segurança. Eventos adversos podem ocorrer em qualquer procedimento, e a padronização minimiza esses riscos.

Quais são as três fases da Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica?

As três fases são: 'Sign in' (antes da indução anestésica), 'Time out' (antes da incisão na pele) e 'Sign out' (antes do paciente sair da sala de cirurgia), cada uma com verificações específicas para garantir a segurança.

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