UESPI - Universidade Estadual do Piauí — Prova 2025
Crianças com proteinúria pode representar uma condição benigna ou uma doença renal primária ou secundária a uma doença sistêmica. Os seguintes achados sugerem a presença de nefropatia subjacente, EXCETO,
Achados sugestivos de nefropatia em crianças com proteinúria: edema, HAS, vasculite, hipoalbuminemia, hipocomplementemia, hematúria. ↑ TFG NÃO sugere nefropatia.
A proteinúria em crianças pode ser benigna, mas a presença de edema, hipertensão, sinais de doença sistêmica, hipoalbuminemia, hipocomplementemia ou hematúria persistente indica uma nefropatia subjacente que requer investigação. Um aumento na TFG não é um sinal de doença renal.
A proteinúria em crianças é um achado que exige atenção, pois pode variar de uma condição benigna e transitória a um marcador de doença renal primária ou secundária a uma doença sistêmica grave. A prevalência de proteinúria isolada assintomática é relativamente alta, mas a identificação precoce de casos patológicos é crucial para prevenir a progressão da doença renal crônica. A fisiopatologia da proteinúria envolve alterações na barreira de filtração glomerular ou na reabsorção tubular. O diagnóstico diferencial é amplo e inclui proteinúria ortostática, proteinúria transitória (febre, exercício) e proteinúria patológica. A suspeita de nefropatia subjacente é levantada quando a proteinúria é persistente, de alto grau, ou acompanhada de outros sinais e sintomas. Achados como edema, hipertensão arterial, sinais de doença vasculítica, hipoalbuminemia e hipocomplementemia, além de um sedimento urinário com hematúria microscópica persistente ou macroscópica, são fortes indicadores de uma nefropatia subjacente. Um aumento no ritmo de filtração glomerular, por outro lado, não é um sinal de doença renal. A investigação deve incluir exames laboratoriais detalhados e, em alguns casos, biópsia renal para determinar a causa e guiar o tratamento.
Sinais clínicos importantes incluem a presença de edema (especialmente periorbital e em membros inferiores), hipertensão arterial, e sintomas sistêmicos sugestivos de doenças vasculíticas ou autoimunes.
Achados laboratoriais preocupantes incluem hipoalbuminemia (indicando perda proteica significativa), hipocomplementemia (sugerindo ativação do complemento em algumas glomerulonefrites), e um sedimento urinário ativo com hematúria microscópica persistente ou macroscópica.
O aumento do ritmo de filtração glomerular (hiperfiltração) pode ocorrer em condições fisiológicas ou compensatórias, mas não é um indicador direto de lesão renal subjacente. Pelo contrário, a redução da TFG é um sinal de disfunção renal.
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