UFMA/HU-UFMA - Hospital Universitário da UFMA (MA) — Prova 2021
A infertilidade conjugal é motivo frequente de avaliação ginecológica e atinge 15% dos casais em idade reprodutiva, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Sabe-se que uma propedêutica adequada é fundamental para um correto diagnóstico e tratamento. Qual dos exames abaixo NÃO É OBRIGATÓRIO na avaliação inicial do casal infértil?
Avaliação inicial infertilidade: FSH/AMH, espermograma, histerossalpingografia são essenciais; histeroscopia NÃO é rotina.
A histeroscopia é um exame invasivo para avaliação detalhada da cavidade uterina, indicado após suspeita ou falha de tratamentos, não sendo parte da propedêutica inicial obrigatória do casal infértil. Os exames iniciais visam rastrear os principais fatores de infertilidade.
A infertilidade conjugal, definida como a ausência de gravidez após 12 meses de relações sexuais regulares e sem uso de contraceptivos (ou 6 meses para mulheres > 35 anos), afeta cerca de 15% dos casais. Uma propedêutica inicial bem estruturada é crucial para identificar as causas e direcionar o tratamento adequado, impactando diretamente o prognóstico reprodutivo. A avaliação inicial do casal infértil deve ser abrangente, investigando os principais fatores etiológicos. Isso inclui a avaliação da reserva ovariana (FSH, Hormônio Anti-Mulleriano), do fator masculino (espermograma) e do fator tubário (histerossalpingografia). A histeroscopia, embora importante para avaliar a cavidade endometrial, não é um exame de primeira linha, sendo indicada em casos de suspeita de patologias intrauterinas ou após falha de tratamentos. O conhecimento da sequência e relevância dos exames na investigação da infertilidade é fundamental para o residente, evitando procedimentos desnecessários e otimizando o tempo e os recursos do casal. A correta interpretação dos resultados guia a escolha das terapias, que podem variar desde indução de ovulação até técnicas de reprodução assistida.
A avaliação inicial obrigatória inclui dosagem de FSH e/ou Hormônio Anti-Mulleriano para reserva ovariana, espermograma para fator masculino e histerossalpingografia para fator tubário.
A histeroscopia é um procedimento invasivo que avalia a cavidade endometrial e é geralmente reservada para casos de suspeita de alterações uterinas ou após falha de tratamentos, não sendo parte do rastreamento inicial.
Os principais fatores investigados inicialmente são o fator ovulatório (reserva ovariana), o fator masculino (espermograma) e o fator tubário (histerossalpingografia).
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