Prolactinoma: Diagnóstico e Tratamento com Agonistas Dopaminérgicos

Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2016

Enunciado

Paciente do sexo feminino, 32 anos de idade, nuligesta, refere que os ciclos menstruais eram regulares há cerca de cinco anos, quando passou a apresentar oligomenorreia. Refere que a última menstruação de que tem lembrança ocorreu há cerca de dois anos. Queixa-se também de cefaleia frontal e secreção mamária bilateral, de cor branca, surgida há cerca de um ano. Veio à consulta encaminhada por um oftalmologista, que relata perda visual em hemicampos temporais bilateralmente. Ao exame físico apresenta hemianopsia bitemporal, galactorreia bilateral e sinais vitais normais. Os exames laboratoriais revelaram-se normais, exceto pela prolactina que estava em 265 ng/ml (Valor de referência = 2 a 25 ng/ml). O exame de ressonância magnética revelou uma lesão expansiva hipointensa em T1 e com pouca impregnação pelo contraste magnético, na região de sela túrcica, com 2,5 cm no maior diâmetro, comprimindo levemente o quiasma óptico. A conduta inicial CORRETA para o caso é:

Alternativas

  1. A) Exérese cirúrgica do adenoma por via transesfenoidal.
  2. B) Exérese cirúrgica do adenoma por via transcraniana.
  3. C) Uso de agonista dopaminérgico por via oral, como a bromocriptina ou a cabergolina.
  4. D) Radioterapia do tumor.
  5. E) Uso de levotiroxina por via oral para suprimir o T SH.

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