Programação do Parto em Gestação de Alto Risco: Quando Interromper?

USP/HCFMUSP - Hospital das Clínicas da FMUSP (SP) — Prova 2023

Enunciado

 Caso 4Gestante, 42 anos, primigesta (fertilização assistida). Apresenta hipertensão arterial crônica há 7 anos, atualmente em uso de alfa metildopa 2,0 g ao dia, anlodipino 5,0 mg ao dia, AAS 100 mg ao dia e multivitamínico com ácido fólico e sulfato ferroso. Encontra-se em acompanhamento pré-natal de alto risco. Comparece à consulta pré-natal com 37 semanas de idade gestacional e realiza ultrassom obstétrico com os seguintes achados: feto em apresentação cefálica, peso estimado de 2.205 g, percentil 7, placenta posterior e índice de líquido amniótico de 11.A paciente está ansiosa e preocupada com o parto. Apresenta seu plano de parto com os seguintes desejos:I. parto por via vaginal;II. aguardar o tempo do bebê, com o trabalho de parto espontâneo até 42 semanas;III. presença do companheiro e de fisioterapeuta na sala de parto;IV. recusa uso de ocitocina endovenosa para acelerar as contrações;V. clampeamento do cordão umbilical pelo companheiro, em momento oportuno;VI. contato pele a pele com a criança, imediatamente após o nascimento.Todos os pontos apresentados foram discutidos com a paciente e com seu companheiro.Considerando as condições clínico-obstétricas e a segurança do binômio materno-fetal, qual é o item do plano de parto que não poderia ser contemplado na assistência obstétrica? 

Alternativas

  1. A) Contato pele a pele imediato ao parto. 
  2. B) Via de parto vaginal.
  3. C) Clampeamento do cordão.
  4. D) Aguardar trabalho de parto espontâneo.

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