UFT - Universidade Federal do Tocantins — Prova 2016
Em 8 de julho de 2013, o Governo Federal do Brasil instituiu o Programa Mais Médicos, cuja principal finalidade é a de se amentar os recursos humanos na área médica para o Sistema Único de Saúde (SUS). Dentre os principais Impactos trazidos pela Lei do Mais Médicos na Formação Médica, destaca-se:
Lei Mais Médicos → R1 MGFC obrigatório para Clínica Médica, Pediatria, GO, Cirurgia Geral, Psiquiatria, Preventiva.
A Lei do Mais Médicos (Lei nº 12.871/2013) trouxe mudanças significativas na formação médica, incluindo a obrigatoriedade do primeiro ano de Residência em Medicina Geral de Família e Comunidade (R1 MGFC) como pré-requisito para acesso a diversas especialidades básicas, visando fortalecer a Atenção Primária à Saúde.
O Programa Mais Médicos, instituído pela Lei nº 12.871/2013, representou um marco na política de saúde e educação médica no Brasil. Sua principal finalidade foi expandir o acesso e a qualidade da atenção à saúde no Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente em regiões com carência de profissionais. Para isso, a lei abordou desde a formação médica na graduação até a residência, buscando alinhar o perfil do egresso às necessidades do sistema público. Entre os impactos mais significativos na formação médica, destaca-se a alteração na estrutura da residência. A lei estabeleceu que o primeiro ano do Programa de Residência em Medicina Geral de Família e Comunidade (R1 MGFC) seria obrigatório para o ingresso em programas de acesso direto como Clínica Médica, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Cirurgia Geral, Psiquiatria e Medicina Preventiva e Social. Essa medida visou fortalecer a Atenção Primária à Saúde, garantindo que os futuros especialistas tivessem uma base sólida em cuidados primários e uma visão mais abrangente do paciente e da comunidade. Além disso, a lei também previu o aumento progressivo do número de vagas de residência médica, buscando superar o número de egressos da graduação, e a destinação de parte da carga horária do internato para a Atenção Básica e Urgência e Emergência do SUS. Essas ações, em conjunto, visavam reorientar a formação médica para as necessidades do SUS, promovendo uma medicina mais humanizada, integral e com foco na saúde coletiva.
O primeiro ano de Residência em Medicina Geral de Família e Comunidade (R1 MGFC) tornou-se obrigatório para ingresso em Clínica Médica, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Cirurgia Geral, Psiquiatria e Medicina Preventiva e Social, conforme a Lei do Mais Médicos.
O objetivo é fortalecer a Atenção Primária à Saúde, garantindo que os médicos tenham uma base sólida em cuidados primários antes de se especializarem em outras áreas, promovendo uma visão mais integral do paciente.
Sim, a lei estabeleceu que ao menos 50% da carga horária do internato médico na graduação deve ser desenvolvida na Atenção Básica e em Serviço de Urgência e Emergência do SUS, com tempo mínimo de 2 anos de internato.
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