UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2017
Diabéticos tipo II e hipertensos no PSF:
DM2 e HAS no PSF → acompanhamento no Programa Hiperdia.
O Programa Hiperdia é uma estratégia fundamental da Atenção Primária à Saúde para o acompanhamento de pacientes com Diabetes Mellitus tipo 2 e Hipertensão Arterial Sistêmica, visando o controle e a prevenção de complicações.
O Programa Hiperdia é uma iniciativa estratégica do Ministério da Saúde do Brasil, inserida na Atenção Primária à Saúde (APS), com o objetivo de cadastrar e acompanhar pacientes com Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) e Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS). Sua importância reside na capacidade de oferecer um cuidado contínuo e preventivo, reduzindo a morbimortalidade associada a essas doenças crônicas, que representam um grande desafio de saúde pública. Na APS, o manejo de DM2 e HAS é prioritário, focando na educação em saúde, adesão ao tratamento farmacológico e não farmacológico, monitoramento de parâmetros clínicos e laboratoriais, e prevenção de complicações macro e microvasculares. O Hiperdia estrutura esse acompanhamento, permitindo uma abordagem integrada e longitudinal, essencial para o controle eficaz dessas condições. O sucesso do Hiperdia depende da atuação de uma equipe multiprofissional, que inclui médicos, enfermeiros e agentes comunitários de saúde, e da integração com outros níveis de atenção. A referência para a atenção secundária ou terciária é reservada para casos de difícil controle, complicações estabelecidas ou necessidade de intervenções especializadas, mantendo a APS como porta de entrada e coordenadora do cuidado.
O Programa Hiperdia visa cadastrar e acompanhar pacientes com hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus na Atenção Primária, promovendo o controle das doenças e a prevenção de complicações.
A equipe multiprofissional do Hiperdia inclui médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde, nutricionistas e outros profissionais do NASF, conforme a necessidade local.
A referência para ambulatórios especializados ocorre quando há descontrole da doença apesar do manejo na APS, presença de complicações graves, ou necessidade de avaliação por especialista para casos complexos.
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