Tuberculose em RN: Conduta e Profilaxia Essencial

Santa Casa de Marília (SP) — Prova 2018

Enunciado

Um chefe de família recebe diagnóstico de tuberculose pulmonar e inicia o tratamento preconizado. A esposa, puérpera, apresenta quadro clínico e radiológico compatível com tuberculose pulmonar. O casal tem um filho de 5 dias de vida, nascido a termo, parto normal, pesando 3240g, Apgar 9 e 10, que recebeu alta da maternidade com a mãe e ainda não recebeu a vacina BCG. Qual a conduta diante do recém-nascido para protegê-lo das formas graves de tuberculose? 

Alternativas

  1. A) Fazer radiografia de tórax do recém-nascido. Na presença de qualquer alteração radiológica iniciar o tratamento preconizado para tuberculose com rifampicina, isoniazida e pirazinamida por seis meses e só depois vaciná-lo com BCG. Se radiografia for normal, vacinar com BCG e fazer acompanhamento clínico.
  2. B) Realizar prova tuberculínica (PPD). Se for reator, fazer quimioprofilaxia com isoniazida por 06 meses e só após vacinar com BCG; se não for reator, vacinar o recém-nascido com BCG.
  3. C) Quimioprofilaxia com isoniazida por três meses e, após esse período, fazer a prova tuberculínica (PPD). Se a criança for reatora, quimioprofilaxia deverá ser mantida por mais três meses; caso contrário, interromper o uso da isoniazida e vacinar com BCG.
  4. D) Fazer radiografia de tórax do recém-nascido e prova tuberculínica (PPD). Se exame radiológico for normal e o PPD não for reator, fazer quimiprofilaxia com isoniazida por três meses, após esse período, fazer nova prova tuberculínica. Se a criança tornou-se reatora, a quimioprofilaxia deverá ser mantida por mais três meses; caso contrário, interromper o uso da isoniazida e vacinar com BCG. Caso RX de tórax e/ou PPD alterados, iniciar tratamento para tuberculose.

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