HCAL - Hospital da Criança de Alagoas — Prova 2020
As pessoas em uso de PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PrEP) de risco à infecção pelo HIV devem ser informadas sobre a possibilidade de eventos adversos decorrentes do uso das medicações. Indique o item com erro:
PrEP HIV: sempre informar eventos adversos (náusea, cefaleia, flatulência) e sinais de infecção aguda HIV.
O aconselhamento adequado sobre a PrEP é fundamental e inclui a informação sobre os eventos adversos esperados, que geralmente são leves e transitórios. É um erro grave não informar o paciente, pois isso pode gerar desconfiança e impactar a adesão ao tratamento. Além disso, a orientação sobre os sintomas de infecção aguda pelo HIV é crucial para o diagnóstico precoce e manejo adequado.
A Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) para HIV é uma estratégia altamente eficaz na prevenção da infecção pelo vírus em indivíduos de alto risco. Consiste no uso diário de medicamentos antirretrovirais (geralmente uma combinação de tenofovir disoproxil fumarato e emtricitabina) e tem demonstrado reduzir significativamente o risco de aquisição do HIV. A PrEP é uma ferramenta fundamental na saúde pública para o controle da epidemia de HIV, complementando outras estratégias de prevenção. O aconselhamento pré e pós-PrEP é um componente essencial do programa. Os profissionais de saúde devem informar os usuários sobre os eventos adversos esperados, que são geralmente leves e transitórios, como náusea, cefaleia e flatulência. Esses sintomas costumam resolver-se espontaneamente no primeiro mês de uso. A omissão dessa informação pode levar à interrupção do tratamento por parte do paciente, comprometendo a eficácia da profilaxia. Além disso, é imperativo orientar os usuários sobre os sinais e sintomas da infecção aguda pelo HIV, como febre, exantema, linfadenopatia e mialgia. Caso esses sintomas surjam, o usuário deve procurar avaliação médica imediata, pois a PrEP deve ser suspensa até que a infecção aguda seja descartada ou confirmada, e o tratamento adequado iniciado. O monitoramento regular da função renal e a testagem para outras ISTs também fazem parte do acompanhamento da PrEP.
Os eventos adversos mais comuns da PrEP incluem sintomas gastrointestinais como náusea e flatulência, além de cefaleia. Geralmente são leves, transitórios e tendem a resolver-se no primeiro mês de uso.
Informar os usuários sobre os eventos adversos esperados é crucial para promover a adesão ao tratamento, reduzir a ansiedade e evitar a interrupção desnecessária da medicação. Isso fortalece a relação de confiança entre paciente e profissional de saúde.
Os usuários da PrEP devem ser orientados a procurar avaliação médica imediata se apresentarem sintomas de infecção aguda pelo HIV, como febre, erupção cutânea, linfadenopatia, faringite e mialgia, pois a PrEP deve ser suspensa nesses casos.
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