PrEP em Casais Sorodiscordantes: Indicações e Protocolos

CERMAM - Comissão Estadual de Residência Médica do Amazonas — Prova 2026

Enunciado

O., 32 anos, homem cisgênero, vive com HIV há 5 anos, com carga viral indetectável devido à terapia antiretroviral (TARV) a qual possui boa adesão. Seu monitoramento de carga viral e níveis de CD4 estão estáveis e dentro das faixas normais. Ele está atualmente em um relacionamento monogâmico com sua parceira T., mulher cis, 28 anos soronegativa para HIV, sem comorbidades. Ambos estão juntos há 1 ano e têm um relacionamento estável. O casal decidiu buscar aconselhamento médico sobre a possibilidade de iniciar a PrEP como uma medida adicional de proteção contra a transmissão do HIV. Embora ele tenha uma carga viral indetectável e seu tratamento seja correto, o casal deseja aumentar sua segurança. Qual é a alternativa CORRETA no que se refere à introdução de PrEP, para a paciente T.?

Alternativas

  1. A) O uso de PrEP não é necessário pois o casal já possui relacionamento sexual ativo.
  2. B) Ela deve realizar testagem para HIV e outras ISTs, recebendo aconselhamento sobre práticas sexuais seguras, estando indicada PrEP caso esteja soronegativa para HIV.
  3. C) Ela não precisa ser submetida a testes de HIV para confirmar que está soronegativa, podendo ser iniciado PrEP imediatamente.
  4. D) Caso elegível após a testagem, a paciente pode iniciar a PrEP, tomando o medicamento em dose única mensal conforme orientação médica.

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